Presidente estadual da legenda reforça que documento lançado nesta terça-feira em Brasília será o guia para os candidatos nas próximas eleições
O evento foi aberto no Espaço Cultural da Assembleia Legislativa pela exposição “A realidade na pele da Arte – Campanha de conscientização sobre a dermatite atópica”.
A segunda-secretária da Assembleia Legislativa do Paraná, deputada Maria Victoria (PP), propôs o projeto de Lei nº 502/2023 que institui a Política Estadual para diagnóstico precoce e tratamento da Dermatite Atópica na rede de atenção à saúde das pessoas com doenças crônicas no estado do Paraná. Para tanto, foi realizada, nesta segunda-feira (18), no Plenário da Assembleia, a audiência pública para ouvir especialistas e tratar do tema. O evento foi aberto no Espaço Cultural da Assembleia Legislativa coma exposição “A realidade na pele da Arte – Campanha de conscientização sobre a dermatite atópica”.
O projeto de Lei da deputada Maria Victoria coloca o Paraná como o primeiro estado da federação a estabelecer uma política pública voltada para a referida patologia. “É importante trazer este tema para a Assembleia, visto que 30% da população é afetada pela dermatite atópica. É um tratamento simples, mas que sofre muito preconceito e por isso nós temos a obrigação de falar a respeito para população para que as pessoas compreendam que é algo simples e fácil de ser tratado. Hoje reunimos aqui diversos profissionais de saúde, representantes do Ministério da Saúde e todos aprendemos um pouco mais sobre o assunto nessa audiência pública”, disse.
“O Paraná, é o primeiro estado da federação a legislar sobre a dermatite atópica, temos certeza que seremos exemplo para o Brasil e por isso, é muito importante a participação do representante do Ministério da Saúde, justamente para entender como é que poderemos incluir estes medicamentos, que são relativamente baratos, de fácil acesso, no Sistema Único de Saúde (SUS), para que todos no Brasil, acometidos pela dermatite atópica, sejam contemplados”, concluiu a deputada Maria Victoria.
O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Hussein Bakri (PSD), participou da audiência pública e afirmou que toda ação política só é válida quando acompanhada da parte técnica. “Por isso a importância desta reunião para que possamos aprender mais a respeito desta patologia que decorre de questões emocionais, genéticas, ambientais, ou seja, vários fatores que desencadeiam a doença. A relatoria do projeto já se manifestou de forma favorável e o compromisso da liderança do governo é de que este projeto seja aprovado de forma célere para atender a todos os paranaenses que sofrem com a doença”.
A presidente do Conselho de Ações Solidárias da Assembleia Legislativa do Paraná, senhora Rose Traiano, afirmou que “é importantíssimo o trabalho de conscientização sobre a dermatite atópica, por ser uma doença que provoca muito preconceito. Por ser uma doença que causa coceiras e tem lesões em áreas visíveis, muitas vezes provoca discriminação. As pessoas passam por este tipo de constrangimento, especialmente as crianças. Mas esta doença não é contagiosa, por isso, é importante desmistificar doenças como esta, quanto mais falarmos e informação for divulgada, menos serão os preconceitos”.
Exposição de obras clássicas com dermatite atópica
A exposição “A realidade na pele da Arte – Campanha de conscientização sobre a dermatite atópica”, trazida pela empresa farmacêutica Pfizer, apresenta cópias de obras de arte famosas como a Mona Lisa de Leonardo da Vinci, Rosa e Azul de Pierre-Auguste Renoir, Moça com Brinco de Pérola de Vincent van Gogh entre outras que estão retratadas com as manifestações na pele da dermatite atópica.
A diretora de Inflamação e Imunologia da empresa, doutora Mariana Carmagnani Pestana explicou sobre a exposição. “A nossa ideia com a exposição itinerante que está rodando o Brasil foi trazer quadros clássicos de arte para revelar a realidade da pele da dermatite atópica. A arte traz esta revelação da realidade que ninguém quer ver, por isso as intervenções em quadros clássicos para mostrar esta doença. A ideia é sensibilizar as pessoas para que entendam que esta é uma doença bastante impactante na vida de cada um. O importante é ressaltar que isso não é uma questão de estética, é uma doença crônica que atrapalha em muito a vida de seu portador”.
Especialistas
A audiência pública teve as palestras da diretora clínica e fundadora da Associação de Pacientes Portadores de Psoríase do Paraná (Psoripar), doutora Sineida Maria Berbert Ferreira, do presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, doutor Heitor de Sá Gonçalves e do chefe do Serviço de Dermatologia do Hospital Federal do Servidores do Estado e sócio titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, doutor Paulo Oldani; que apresentaram as características da doença, estatísticas, diagnóstico, prevenções e tratamento.
A diretora clínica e fundadora da Associação de Pacientes Portadores de Psoríase do Paraná (Psoripar), investigadora do Centro Paranaense de Pesquisas em Dermatologia, doutora Sineida Maria Berbert Ferreira, recebeu da proponente da audiência pública, deputada Maria Victória o Diploma de Menção Honrosa e Votos de Congratulações pelos relevantes serviços prestados à Sociedade Paranaense, atuando na área de saúde pública, em especial pelo diagnóstico precoce e tratamento da dermatite atópica e falou sobre a importância de se estabelecer uma política pública a respeito.
“Esta é uma doença inflamatória crônica de base autoimune e uma das doenças mais prevalentes. A dermatite atópica afeta até 25% das crianças no Brasil. Ela não é contagiosa, é de base genética, mas ela cria muito constrangimento e sofrimento e hoje a importância é que a gente busque o acesso aos tratamentos e combata o preconceito. No paraná esse será um dia marcante porque será o primeiro estado da federação a ter uma legislação específica para atendimento desta patologia para a população. A grande importância deste projeto de Lei da deputada Maria Victória é para oferecer acesso aos tratamentos. Hoje estes medicamentos estão aprovados pela ANVISA, mas os pacientes não têm acesso nem pelo Sistema Único de Saúde e nem pelos planos privados ”, concluiu a doutora Sineida.
O superintendente do Ministério da Saúde no Paraná, senhor Luiz Armando Erthal, transmitiu a saudação da ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima e ressaltou a importância do projeto de Lei. “Gostaria de parabenizar a deputada Maria Victória por trazer este projeto de Lei com um tema muito importante para a saúde de todos os brasileiros. O Ministério da Saúde tem feito todos os esforços para contemplar as doenças que são relevantes para a saúde pública. Que consigamos, a partir desta reunião, organizar uma política pública para atender esta patologia”.
Dados sobre a doença
A pele é o maior órgão do corpo humano e as doenças de pele representam a quarta causa mais comum de todas as doenças humanas, além de representarem a quarta causa principal de fardo de doença não fatal na vida, ajustada por incapacidade absoluta e anos vividos com incapacidade.
Entretanto, o fardo de doenças de pele é frequentemente subestimado e essas doenças são consideradas pela maioria das instituições de saúde como “cosméticas”. A gravidade das doenças é definidade pela incapacidade que gera e desconsidera outros indicadores de qualidade de vida. Os pacientes com dermatite atópica tem um maior risco de infecções graves. As infecções em pacientes com DA incrementam os custos e a mortalidade intra hospitalares.
A prevalência da dermatite atópica no mundo é de até 20% em crianças e 10% em adultos. Ocupa o 15º lugar no ranking de doenças. Das doenças não fatais, é a 1º em doenças de pele. No Brasil ocorre de 02% a 7% em adultos e de 15% a 20% em crianças. 50% dos casos aparecem no primeiro ano de vida. As manifestações são de 08% a 10% moderada a grave, 8,6% dos portadores necessitam de hospitalização, porém, 79.1% descontinuou ou alterou o tratamento da dermatite atópica.
Suas características no paciente são de pele sempre seca, pele permeável à penetração de alérgenos, perda de função de barreira cutânea, perda de função do papel protetor da pele e aumento da inflamação e da coceira.
Entre os principais fatores que podem desencadear a doença estão o fumo, produtos de limpeza, ambientes muito quentes ou muito frios, estresse emocional, poeira doméstica, pelos de animais, ácaros e pólens.
Participantes
Compuseram a mesa a propositora e presidente da audiência pública, segunda secretária da Assembleia Legislativa, deputada Maria Victória (PP); o líder do Governo, deputado Hussein Bakri (PSD); a presidente do Conselho de Ações Solidárias da Assembleia Legislativa do Paraná, senhora Rose Traiano; a diretora clínica e fundadora da Associação de Pacientes Portadores de Psoríase do Paraná (Psoripar), investigadora do Centro Paranaense de Pesquisas em Dermatologia, doutora Sineida Maria Berbert Ferreira; superintendente do Ministério da Saúde no Paraná, senhor Luiz Armando Erthal e o coordenador médico da Central de Saúde de Curitiba, doutor Rômulo Pereira. De forma remota, participaram o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, doutor Heitor de Sá Gonçalves e o chefe do Serviço de Dermatologia do Hospital Federal do Servidores do Estado e sócio titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, doutor Paulo Oldani.
O evento de abertura, exposição de quadros ilustrando a dermatite atópica em obras de pintores famosos, contou com a presença de todos os participantes da audiência pública, da representante da empresa Pfizer Farmacêutica, diretora de Inflamação e Imunologia, doutora Mariana Carmagnani Pestana, do presidente da Comissão de Direitos Humanos e da Cidadania da Assembleia Legislativa, deputado Professor Lemos (PT) e dos professores e acadêmicos do curso de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, campus Toledo que, ato contínuo, acompanharam a audiência pública no Plenário da Casa.
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Créditos: Orlando Kissner/Alep
Evento na segunda-feira (18) reunirá médicos, gestores e pacientes para debater o PL 502/2023 de autoria da deputada Maria Victoria (PP). Assembleia também receberá a exposição itinerante “A Realidade na Pele da Arte”.
A Assembleia Legislativa do Paraná realiza, na próxima segunda-feira (18), audiência pública para debater a criação da política estadual para o diagnóstico precoce e tratamento da demartite atópica. A audiência foi proposta pela deputada Maria Victoria (PP), que também é autora do projeto de lei PL 502/2023 que trata sobre o tema.
“É o momento de ouvir e receber contribuições para construirmos uma legislação completa que garanta o suporte, diagnóstico precoce e o tratamento adequado. Queremos ampliar o conhecimento sobre a doença como forma de combater o preconceito”, afirma Maria Victoria.
A dermatite atópica é uma doença genética, crônica e não contagiosa, que causa inflamações na pele, crostas, lesões e coceiras. Dados demonstram que apesar de comum em diferentes faixas etárias de crianças e adultos, a dermatite atópica é desconhecida da maior parte dos brasileiros.
Estudos da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) apontam que 59% dos brasileiros já tenham apresentado pelo menos um dos sintomas característicos da dermatite atópica. Porém, o diagnóstico correto ocorreu em apenas 1% dos casos. Outros 2% foram diagnosticados como alergia.
A dermatite atópica é, inclusive, uma das causas de absentismo de crianças e jovens nas escolas. Levantamento sobre bullying na escola e discriminação no trabalho apontou que a doença afetou negativamente a qualidade de vida de 51,6% dos entrevistados, e 68,8% a consideraram limitante para a rotina. Além disso, 39,3% dos alunos foram vítimas de bullying e 33,9% dos trabalhadores sentiram-se discriminados.
Audiência
O evento, a partir das 09h30min no Plenário da Assembleia, reunirá, de forma híbrida (presencial e online), médicos e especialistas da área de renome internacional, gestores públicos do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual da Saúde, representantes das associações de pacientes e dos laboratórios, pacientes e familiares que sofrem com a doença.
“Será um debate franco e enriquecedor, queremos ouvir aqueles que possuem o conhecimento técnico e a vivência sobre a doença. Esperamos receber ideias e sugestões para aprimorar o projeto de lei”, acrescenta Maria Victoria.
A médica dermatologista, doutora Sineida Berbert Ferreira, é uma das palestrantes confirmadas. Com mais de 37 anos de atuação na área, ela é referência nos temas dermatite atópica, psoríase e em outras doenças autoimunes.
Também confirmaram participação o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, doutor Heitor de Sá Gonçalves e o doutor Paulo Oldani, chefe do Serviço de Dermatologia do Hospital Federal dos Servidores do Estado e Coordenador do Comitê de Novas Tecnologias e Acesso, entre outros.
Exposição
Como parte das ações da Audiência Pública, a Assembleia Legislativa receberá a exposição itinerante “A Realidade na Pele da Arte” composta por obras famosas que passaram por uma intervenção artística, simulando a presença de dermatite atópica.
A mostra é uma iniciativa do laboratório Pfizer Brasil e ficará exposta das 9h do dia 18 às 16h30 do dia 19 no Espaço Cultural.
Híbrida
Os interessados podem participar e contribuir com a Audiência Pública sobre a política estadual da dermatite atópica por meio Zoom (link) ou acompanhar a transmissão ao vivo pela TV Assembleia e pelas redes sociais oficiais da Casa.
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Créditos: Orlando Kissner/Alep
A deputada Maria Victoria (PP) afirmou que a construção da nova ponte entre Maringá e Sarandi vai criar um novo eixo de desenvolvimento na região. Nesta quarta-feira (13), o secretário da Infraestrutura, Sandro Alex e os prefeitos de Maringá, Ulisses Maia e de Sarandi, Walter Volpato, assinaram a ordem de serviço para o início das obras.
“A construção da ponte era um pedido antigo da população e vai criar um novo eixo de integração e desenvolvimento na região. É mais uma obra que demonstra o caráter municipalista da gestão Ratinho Jr. A solução encontrada nesse caso foi uma parceria com a prefeitura de Maringá com o apoio da prefeitura de Sarandi”, destacou Maria Victoria.
A ponte será construída no Ribeirão Pinguim, ligando a Avenida Mário José de Faria Ferraz, zona Sul de Maringá, com a Avenida Nova São Paulo, em Sarandi. A obra foi licitada pela prefeitura de Maringá por meio de convênio com o governo estadual. O investimento é de R$ 4,4 milhões e a previsão de conclusão é Abril de 2024.
FUNDAMENTAL – O prefeito Walter Volpato explicou que a ligação entre as duas cidades já existia, mas as condições de tráfego, em via simples, eram precárias. O crescimento do entorno do fundo de vale, sobre o Ribeirão Pinguim, na parte de Sarandi, pedia intervenção na conexão entre as duas cidades.
Segundo ele, a nova conexão é fundamental para desafogar o trânsito da BR-376, especialmente no viaduto do Contorno Norte. “Esta obra reforça nossa preocupação com a mobilidade urbana, fundamental para a construção de uma cidade mais dinâmica e segura. A parceria com Maringá, e esse projeto é ilustrativo dessa relação, reafirma a integração metropolitana e proporciona uma via mais segura e rápida entre as duas cidades”, disse.
O prefeito Ulisses Maia agradeceu o secretário da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, pela parceria do Governo do Estado. “Maringá recebe diariamente pessoas da região metropolitana, como Sarandi. Esse trabalho que desenvolvemos para a realização dessa obra garantirá mais segurança e agilidade no deslocamento. Será mais uma via importante para a fluidez do trânsito”, destacou.
O secretário Sandro Alex destacou os investimentos do governo estadual, acrescentando que há projetos em fase de implantação ou já concluídos em todas as regiões do Paraná.
“Obras de mobilidade fortalecem a integração regional e esta ponte é bom exemplo disso. Seguimos com um amplo portfólio de investimentos por todo o estado, reafirmando o compromisso do governo Ratinho Junior de construir um Paraná cada vez mais integrado, moderno e desenvolvido”, pontuou.
Também participaram do evento o vice-prefeito de Sarandi, Wlademir Garbúgio, o deputado estadual Do Carmos, os presidentes da Câmara de Vereadores de Maringá, Mario Hossokawa e de Sarandi, Eunildo Zanquim (Nildão), a vereadora de Sarandi Ireni, entre outras autoridades.
Fonte: Assessoria
Lei foi proposta pela deputada estadual Maria Victoria (PP) para aumentar a eficiência do uso dos recursos naturais e incentivar o reaproveitamento de materiais e produtos.
O governador Carlos Massa Ratinho Júnior (PSD) sancionou a lei nº21.619/2023 que estabelece incentivos à Economia Circular no Paraná. A lei foi proposta pela deputada estadual Maria Victoria (PP) com o objetivo de aumentar a eficiência do uso dos recursos naturais, incentivar a reciclagem e a utilização de energias renováveis e proteger o meio ambiente.
A deputada explica que Economia Circular é o sistema de produção e de consumo que viabiliza a reutilização, o reaproveitamento, a reparação, o recondicionamento e a reciclagem de materiais e produtos. Maria Victoria agradeceu ao governador pela sanção da lei que coloca o Paraná no protagonismo do processo de ampliação do ciclo econômico dos produtos.
“O Estado do Paraná sai na frente mais uma vez. A legislação específica da segurança jurídica para a construção de políticas públicas eficientes nesse grande desafio que é a transição da economia linear, onde o descarte é o destino do produto após o consumo para a economia circular, onde os resíduos são reaproveitados em outro processo”, pontua Maria Victoria.
A parlamentar reforça que estudos apontam que a população mundial está consumindo mais matérias-primas do que o planeta oferece. “A forma como utilizamos os recursos não é sustentável”, sustenta.
Aterro Zero
O caminho, segundo ela, é eliminar os resíduos da cadeia produtiva utilizando energias renováveis e sem a necessidade de padronizar os processos.
“A lei coloca o Paraná na frente nesse desafio de chegar ao ‘Aterro Zero’, ou seja, aproveitar todos os resíduos provenientes do consumo. Esse debate e a transição adequada deve envolver o Governo do Estado, setor produtivo, universidades, organizações não governamentais entre outras entidades”.
Dados apresentados no Fórum Econômico Mundial indicam que apenas 9% da economia global é circular. Ou seja, apenas 9% do que é produzido e consumido na economia anualmente são reutilizados.
Selo
A lei também autoriza o Governo do Estado a instituir o “Selo Produto Economicamente Circular” para estimular práticas de produção e consumo sustentáveis e desestimular o consumo de bens que não atendam aos princípios da economia circular, da sustentabilidade ambiental e da equidade social.
Agenda 2030
Maria Victoria destaca ainda que a lei está respaldado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, por práticas adotadas na União Europeia e pelos objetivos do desenvolvimento sustentável da Agenda 2030 da Organização Mundial das Nações Unidas (ONU).
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Créditos: Divulgação
A deputada estadual Maria Victoria (PP) disse nesta terça-feira (5) que o Paraná está estabelecendo políticas públicas que preparam e organizam a economia do Estado para o futuro.
Entre as iniciativas está a lei (21.454/2023) que instituiu a Política Estadual do Hidrogênio Renovável, o projeto de lei (278/2022) que cria estímulos a Economia Circular e o projeto de lei (608/2023) que define incentivos fiscais para ampliar a produção, geração e comercialização de biogás e biometano no Paraná. As três ações foram propostas neste ano pela deputada estadual.
“São políticas públicas de qualidade alinhadas com o que está ocorrendo em diversas partes do mundo. Queremos integrar o setor público, com a iniciativa privada e as universidades, e preparar o Paraná para ser protagonista em inovação e sustentabilidade”, disse em entrevista a Ogier Buchi no programa Direto ao Ponto na Mercosul FM.
Maria Victoria explicou que as iniciativas legislativas buscam aumentar a competitividade e fortalecer a economia do Estado, além de atrair novos investimentos, por meio, de empresas de base tecnológica, de energias renováveis, do agronegócio entre outros setores.
H2 – O governador Ratinho Júnior sancionou em Maio a Política Estadual do Hidrogênio Renovável. O ato ocorreu durante o 1º Fórum Estadual para debater a tecnologia quando também foi anunciada uma série de medidas para criar uma política integrada de fomento à produção, pesquisa e uso do insumo no Estado.
“O Hidrogênio Renovável já é realidade em países da Europa e, em breve, poderá ser utilizado como combustível para a indústria e para a agricultura, em veículos de carga, aviões e em diversas outras aplicações. O Paraná tem todas as condições para ser protagonista nessa área”, detalhou Maria Victoria
AUDIÊNCIA PÚBLICA – No dia 25 de setembro a Assembleia Legislativa realizará uma audiência pública para debater com especialistas da área os desafios para consolidar a cadeira do hidrogênio renovável no Estado. O evento está marcado para as 9h no Plenário do Legislativo.
“Nosso objetivo é transformar o perfil econômico energético, gerando empregos, renda e contribuindo com desenvolvimento dos paranaenses”, acrescentou a deputada.
ECONOMIA CIRCULAR – Já a proposta de estimular a transição da economia linear, onde o final do produto após o consumo é o descarte para a economia circular, onde os resíduos são encaminhados e reaproveitados em outro processo, foi aprovada recentemente pelos deputados estaduais e enviada para a sanção do governador.
A Economia Circular é o termo que classifica o sistema de produção e consumo que viabiliza a reutilização, o reaproveitamento, a reparação, o recondicionamento e a reciclagem de materiais e produtos.
Maria Victoria explicou que a proposta é a criação de uma política pública moderna que aumente a eficiência do uso dos recursos naturais, estimule a reciclagem e proteja o meio ambiente. “Em síntese busca-se o Aterro Zero, ou seja, o desperdício mínimo ao eliminar os resíduos da cadeia e ampliando o ciclo econômico dos produtos”.
BIOGÁS – Maria Victoria também é autora do projeto de lei que institui incentivos fiscais para desenvolver e ampliar a produção, geração e comercialização de biogás e biometano no Paraná. O PL também está em tramitação na Assembleia Legislativa.
O biogás e o biometano são fontes de energia renovável, obtidas por meio da decomposição de matéria orgânica, com benefícios econômicos, ambientais e sociais.
Fonte: Assessoria
Os deputados estaduais aprovaram nesta quarta-feira (30), em segunda votação, a criação do Dia de Conscientização sobre a Dermatite Atópica, a ser celebrado em 23 de setembro no Estado do Paraná. A proposta (PL 453/2023) foi apresentada pela segunda-secretária, deputada Maria Victoria (PP).
A deputada defende a necessidade da criação da data para alertar a sociedade sobre a importância da informação correta e da conscientização a respeito da dermatite atópica, uma doença genética, crônica que causa inflamação da pele, lesões e coceiras, mas não é contagiosa e normalmente é hereditária.
“A grande maioria dos brasileiros desconhece a dermatite atópica e a conscientização sobre a doença é a melhor forma de oferecer os tratamentos adequados e combater o preconceito. Precisamos comunicar que a dermatite atópica não é contagiosa e muitas vezes o tratamento é relativamente simples”, pontua.
Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) apontam que 59% dos brasileiros já tenham apresentado pelo menos um dos sintomas característicos da dermatite atópica. Porém, o diagnóstico correto para a doença ocorreu em apenas 1% dos casos. Outros 2% dos casos foram diagnosticados como alergia.
De acordo com a deputada, o objetivo é que o dia 23 de Setembro passe a ser marcado por ações de saúde como exames gratuitos, palestras e capacitação para disseminar a boa informação, espalhar a compreensão e fazer a diferença positiva na vida das pessoas afetadas pela dermatite atópica. “Informação correta é o caminho para acabar com o preconceito e facilitar os diagnósticos”, reforça.
Audiência Pública
No dia 18 de Setembro, a Assembleia Legislativa realizará uma audiência pública para debater a criação da Política Estadual para Diagnóstico Precoce e Tratamento da Dermatite Atópica. A Política Estadual foi também proposta pela deputada Maria Victória e está em análise na Assembleia (Projeto de Lei 502/2023).
O evento reunirá médicos especialistas da área; representantes do Ministério da Saúde, da Secretaria da Saúde, das Associações de pacientes e dos laboratórios. “Será um debate franco e enriquecedor, queremos ouvir aqueles que possuem o conhecimento técnico e a vivência sobre a doença. Esperamos receber ideias e sugestões para aprimorar o projeto de lei”, afirma Maria Victoria.
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Créditos: Valdir Amaral/Alep