Demanda solicitada pela FIEP busca estimular financiamento e atualização das unidades que formam mão de obra para o setor produtivo.
A deputada estadual Maria Victoria (PP) solicitou ao Governo do Estado e à Secretaria da Fazenda a isenção de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) para doações de empresas automotivas destinadas a instituições de ensino profissionalizante.
A deputada explica que a demanda foi apresentada pela FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) ao seu gabinete. A Federação também protocolou um processo administrativo que está em análise na Secretaria da Fazenda.
“Encaminhamos um ofício ao Governo e à secretaria da Fazenda requisitando o apoio no sentido de pleitear junto ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) a isenção do ICMS com o objetivo de estimular doações do setor produtivo para as instituições de ensino profissionalizante, a exemplo do Senai”, disse.
O Paraná possui o segundo e mais moderno pólo automotivo do Brasil, abriga montadoras e empresas multinacionais e nacionais que produzem carros, caminhões, vans, tratores e colheitadeiras.
Atualização
Um dos pontos fundamentais para atender esse parque industrial é a formação de profissionais capacitados, por meio das instituições de ensino profissionalizante.
A principal instituição é o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), vinculado a FIEP, que possui mais de 50 unidades distribuídas pelo Paraná e mantém Institutos de Tecnologia em diversas áreas de atuação industrial.
Segundo a deputada, para que o Senai possa ofertar cursos técnicos e programas de formação profissional, alinhado às necessidades e aos avanços tecnológicos das indústrias, é necessário atualizar constantemente os equipamentos das oficinas de aprendizagem.
“A isenção do imposto estadual é uma estratégia para estimular o financiamento e a modernização das estruturas dessas unidades que formam mão de obra qualificada e preparada para atender a nossa indústria”, pontua Maria Victoria.
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Créditos: Orlando Kissner/Alep
Deputada apresentou emenda à Lei Orçamentária Anual 2024 do Estado do Paraná e também solicitou recursos à bancada federal em Brasília
Em audiência, especialistas chamam atenção para a necessidade identificar este tipo de câncer no globo ocular.
Durante uma audiência pública realizada nesta terça-feira (07) na Assembleia Legislativa do Paraná, especialistas em diferentes áreas da medicina alertaram para a importância do diagnóstico precoce para o tratamento do retinoblastoma, um tipo raro de câncer ocular que atinge principalmente crianças. Os profissionais reforçaram a necessidade de pais de bebês prestarem atenção em qualquer sinal de alteração na visão das crianças. Isso resulta em um tratamento mais eficaz, podendo salvar vidas. Muitas vezes, a doença pode ser identificada por uma simples fotografia.
A audiência que discutiu a Campanha de Conscientização, Promoção e Atenção ao Retinoblastoma é proposição das deputadas Cloara Pinheiro (PSD) e Maria Victoria (PP). Elas são autoras da Lei Estadual 21.527/2023, que busca dar visibilidade, facilitar o diagnóstico, estimular pesquisas e ampliar o debate sobre as Doenças Oculares Raras no Paraná. A proposta institui o Dia Estadual de Conscientização sobre as Doenças Oculares Raras, realizado anualmente em 20 de maio.
O reforço na divulgação dos perigos do retinoblastoma foi lembrado pela deputada Cloara Pinheiro. Há quase 30 anos, ela perdeu uma filha com a doença. “Perdi minha filhinha em 1994. Eu não sabia naquela época e nem quando ela nasceu, em 1989, o que significava aquela pequena luz no olho dela e que apareciam nas fotografias. Era um tumor na retina. Naquela época, não havia teste do olhinho. Por isso temos aqui hoje especialistas como neurologista e pediatra oncológica para fazer esse esclarecimento. Caso os pais observem uma luz em fotografias, leve o filho no oftalmologista. Temos sempre que observar”, disse.
O chefe do serviço de neurocirurgia do Instituto de Neurologia de Curitiba, Ricardo Ramina, reforçou a importância da precocidade na identificação da doença. “O retinoblastoma é o câncer mais frequente no olho de crianças e o diagnóstico precoce nos dias de hoje pode significar cura e preservação da visão. Anos atrás, uma criança com retinoblastoma significava que pela precisaria retirar o olho. Muitas vezes podia levar ao óbito. Então, a evolução da medicina nos últimos 20 anos em relação ao tratamento desse tumor foi enorme. Hoje temos uma chance real de curar essas crianças, mas é muito importante o diagnóstico precoce”, ressaltou.
A diretora geral do Hospital Erastinho, Maria Pianovski, destacou a necessidade de leis e campanhas como as promovidas pela Assembleia Legislativa. “Acho que trazer à tona este assunto é um sinal de um país que está crescendo, se desenvolvendo e levando informação à população. Para termos resultados bons no tratamento do retinoblastoma, é muito importante a informação para a população. A maioria dos pacientes que chegam até nós, quem notou primeiro, foram os pais. Eles têm mais chance de perceber que alguma coisa não está bem. Então essas campanhas vão atingir justamente as pessoas com filhos, podendo cuidar melhor de suas crianças”, comentou.
Já Ana Tereza Moreira, presidente do Departamento de Oftalmologia da Sociedade Paranaense de Pediatria, lembrou que as chances de cura são maiores quando o diagnóstico precoce é realizado. “É importante priorizar o diagnóstico precoce e o tratamento. Por isso, a divulgação faz toda a diferença. A criança que chega precocemente tem uma evolução durante o tratamento, com chance de preservar a visão, de preservar o globo ocular e preservar a vida. Então, quanto mais for discutido, quanto mais for dado publicidade, mais as pessoas vão estar atentos a esta doença silenciosa”, encerrou.
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Créditos: Orlando Kissner/Alep


Parceria com Governo do Estado Cidade garante R$ 7,2 milhões para asfalto de ruas, construção de calçadas, galerias e iluminação 100 % em LED
O governador Ratinho Júnior (PSD), a deputada estadual Maria Victoria (PP), o prefeito de Tunas do Paraná, Marcos Baldão (PP) e os secretários das Cidades, Eduardo Pimentel, e da Indústria, Comércio e Serviços, Ricardo Barros, anunciaram o investimento de R$ 7,2 milhões na pavimentação de ruas e na melhoria da infraestrutura da cidade.
O governador Ratinho Júnior ressalta que é o maior convênio da história do município de Tunas do Paraná. “É o programa Asfalto Novo, Vida Nova que leva galerias, calçadas, asfalto nas ruas e iluminação 100 % em LED para deixar a cidade mais bonita e moderna”, disse durante a assinatura do convênio na tarde de segunda-feira (31).
A deputada Maria Victoria explica que o “Asfalto Novo, Vida Nova” é uma parceria do Governo do Estado, Assembleia Legislativa e prefeituras. “Repassamos ao Governo R$ 200 milhões de recursos que foram economizados pelos deputados. Investimentos que geram empregos, oportunidades, melhoram a infraestrutura e valorizam os imóveis dos paranaenses”.
Na primeira fase do programa estão sendo investidos R$ 500 milhões para pavimentar 100% das ruas de 160 municípios do Paraná com até 7 mil habitantes. Além do asfaltamento das vias urbanas destas cidades, o programa prevê instalação de sistema de drenagem de águas pluviais, paisagismo, iluminação em LED, sinalização e arborização.
FIM DA POEIRA – Cidade da Região Metropolitana de Curitiba, Tunas do Paraná vai receber R$ 5 milhões para pavimentação e R$ 1,2 milhão para iluminação. A contrapartida municipal será de R$ 1 milhão para pavimentação e R$ 435 mil para iluminação.
O prefeito Marco Baldão explica que o asfalto e a nova iluminação darão um aspecto mais moderno à cidade da RMC. “Para quem hoje está na poeira, ter um asfalto e iluminação na frente de casa é o sonho. E os munícipes de Tunas vão ser agraciados com esses benefícios”, comemora o prefeito.
Fonte: Assessoria
Evento organizado pela Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e jornal Gazeta do Povo reuniu lideranças do setor.
A deputada estadual Maria Victoria (PP) participou nesta quarta-feira (1) do “Summit – Paraná em Perspectiva: Agro e Sustentabilidade” promovido pela Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e jornal Gazeta do Povo. O evento com a participação do governador Ratinho Jr (PSD) debateu produtividade do agronegócio, sustentabilidade do campo e desenvolvimento da cadeia de hidrogênio renovável no Estado.
Maria Victoria destacou a iniciativa do Sistema Ocepar e do jornal Gazeta do Povo de reunir lideranças do setor para ampliar as discussões sobre os temas. A deputada é a autora da lei que instituiu a Política Estadual do Hidrogênio Renovável (Lei 21.454/2023).
“Precisamos dessa união entre os diversos setores para estabelecer estratégias inovadoras e eficientes, que aproveitem as características econômicas do Paraná para gerar novos negócios e oportunidades”, disse.
“Nosso desafio é fortalecer o agro e consolidar um ambiente de negócios preparado a impulsionar o desenvolvimento e a produção do hidrogênio renovável no Estado. O hidrogênio renovável tem potencial de mudar a matriz econômica energética do Paraná gerando empregos e renda em diversas regiões”, acrescentou a deputada que é a coordenadora da Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável na Assembleia Legislativa.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano (PSD), e os deputados Alexandre Curi (PSD) e Luis Corti (PSB) também participaram do evento.
Fonte
De acordo com o perfil agropecuário do Paraná, o biogás e o biometano estão entre as fontes mais competitivas para a produção do hidrogênio renovável no Paraná.
O governador Ratinho Júnior salientou o plano de criar uma rede de usinas de biogás produzido a partir dos dejetos da criação de animais, uma solução ambientalmente correta para a destinação dos resíduos da produção paranaense.
“Já temos 169 plantas de biogás prontas. Vamos inaugurar mais uma grande em Carambeí nos próximos dias, além das pequenas usinas. Vamos lançar projeto em que vamos criar um ecossistema do biogás”, pontuou o governador.
Dentro desse ecossistema do biogás, haverá incentivos fiscais para baratear a produção e o consumo, além da construção de gasodutos para distribuir a produção do biogás nas propriedades rurais.
Oportunidade
O secretário do Planejamento, Guto Silva, disse que o Paraná se encontra em uma das maiores janelas de transformação no país e o hidrogênio renovável está no centro dessa transição.
“Nosso Estado tem toda condição de liderar a questão de transição energética no mundo, que está olhando o hidrogênio como o combustível dessa nova era”, pontuou.
“As pesquisas apontam que esse hidrogênio, a grande força matriz, será oriunda de biogás e biomassa, da qual o Paraná, pela nossa produção de frango, suíno e cana-de-açúcar, tem condições de liderar, visto o volume de biomassa e biogás, gerado no Estado. É nessa cadeia que estamos apostando”, acrescentou Guto Silva.
ESG
O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, reforçou o compromisso das cooperativas com a sustentabilidade e informou que o ESG será o projeto prioritário do próximo planejamento estratégico das cooperativas.
“A conservação não é concorrente da produção, é convergente”, destacou. Ele disse que “sustentabilidade é a questão ambiental, a viabilidade econômica e social, a gestão, a qualidade e a logística. Tudo isso tem que estar combinado.”
Paineis
O evento foi divido em dois painéis. O primeiro, “Os Desafios e Oportunidades de Crescimento do Agro Sustentável no Paraná”, com a participação dos secretários estaduais da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara; e do Desenvolvimento Sustentável, Valdemar Bernardo Jorge, além do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.
O segundo, intitulado “O Futuro do Hidrogênio Renovável no Paraná”, teve como debatedores o secretário estadual do Planejamento, Guto Silva; o cofundador da Lean 4.0 e doutor em engenharia pela Universidade Técnica de Berlim, Rodrigo Pastl, e o consultor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) no Paraná, Rodrigo Régis.
Presenças
O evento também contou com a participação do secretário da Indústria, Comércio e Serviços Ricardo Barros; da diretora da Gazeta do Povo, Ana Amélia Filizola; do ex-governador Orlando Pessuti e de diversas lideranças do setor agropecuário do Estado.
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Créditos: Divulgação
A deputada estadual Maria Victoria (PP) apresentou um projeto de lei para incentivar a instalação de aeroportos industriais no Estado do Paraná. O PL 878/2023 cria o PRÓ-AÉREO – Programa de Desenvolvimento dos Aeroportos Industriais do Paraná.
A deputada explica que aeroporto industrial é um modelo destinado à instalação de empresas, com o foco principal na exportação de produtos manufaturados, dentro de um regime especial de entreposto aduaneiro.
“O PRÓ-AÉREO é uma inovação no setor logístico que queremos implantar no Paraná. Aproveitar a infraestrutura das áreas e dos entornos dos aeroportos paranaenses para consolidar pólos regionais de desenvolvimento no Estado”, afirma Maria Victoria.
Competitividade
A deputada reforça que o Programa tem o objetivo de atrair novos investimentos, fortalecer o comércio exterior, desburocratizar os processos, reduzir custos logísticos e operacionais e aumentar a competitividade do Paraná.
“O projeto aborda diversas estratégias para aumentar a competitividade dos produtos paranaenses no mercado internacional, com agilidade e segurança no transporte das cargas”, pontua.
“A infraestrutura e a logística ofertada pelos aeroportos industriais são fundamentais para o desenvolvimento econômico do Paraná. A lei possibilita a integração de vários modais, constituindo uma inovação do setor logístico do país”, acrescenta.
Tecnologia
De acordo com o PL 878/2023, o PRÓ-AÉREO busca incentivar a criação de parques industriais voltados à indústria não poluente de alta tecnologia e de produtos de grande valor agregado.
Um dos setores de potencial é o de fabricação de aeronaves, manutenção ou reparo de aeronaves, de equipamentos, de instrumentos de tecnologia aeroespacial e sistema de inovação aeroespacial.
O Programa também tem o objetivo de estimular a criação ou a ampliação de terminais de carga nas áreas e nos entornos dos aeroportos paranaenses para aumentar as operações de importação e exportação de mercadorias e de prestação de serviços nos aeroportos paranaenses.
Outro objetivo é atrair empresas seguradoras, de entrega de encomendas, de transporte e de turismo para o entorno dos aeroportos. E promover a criação de centros de convenção criando incentivos para aos setores hoteleiro e de alimentação.
Incentivos
O PRÓ-AÉREO define também requisitos para participar do Programa e uma série de benefícios, incentivos e facilidades fiscais estaduais para estimular a implantação de aeroportos indústrias.
Entre as iniciativas estão isenção, diferimento e regimes especiais de tributos; a criação de estrutura fazendária, exclusivamente para atender às empresas participantes do Programa; a inserção em programas de financiamento com recursos de fundos estaduais, inclusive em relação as linhas de créditos da Fomento Paraná e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul ( BRDE).
O Programa também define a implantação de regimes aduaneiros especiais, como entrepostos aduaneiros, depósitos alfandegados certificados, admissão temporária, entreposto industrial, estação aduaneira do interior e depósito especial alfandegado, na região e nas áreas dos aeroportos, destinados a dar suporte às operações de comércio exterior, em comum acordo com a União.
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Créditos: Orlando Kissner/Alep