Os deputados estaduais Maria Victoria (PP) e Alexandre Curi (PSD) enviaram, nesta terça-feira (10), um ofício ao Ministério da Saúde solicitando a incorporação da vacina para bronquiolite no calendário de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS).
A deputada Maria Victoria explica que a bronquiolite é uma inflamação preocupante da parte final dos brônquios, que atinge bebês, crianças e idosos. O principal causador da doença é o vírus sincicial respiratório (VSR).
“A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou que está analisando o registro da vacina que já foi aprovada nos Estados Unidos e na União Europeia. Estamos solicitando à ministra da Saúde, Nísia Trindade de Lima, a urgente incorporação da vacina contra bronquiolite no calendário de vacinação”, pontua.
“Recentemente, a Pfizer protocolou um pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o registro da vacina da bronquiolite. E nós sabemos que o Brasil é referência mundial em vacinação e rever a inclusão de novos imunizantes nas campanhas do Governo Federal é fundamental. Por isso, enviamos esse ofício ao Ministério da Saúde solicitando a inclusão desse imunizante, assim que aprovado, no calendário do Sistema Único de Saúde (SUS) para evitar doenças respiratórias graves em recém-nascidos e bebês de até seis meses de idade”, explicou Curi.
Segundo dados do Ministério da Saúde, entre janeiro e abril de 2022 foram notificados aproximadamente 3,6 mil casos de síndrome respiratória aguda grave, causados pelo VSR. A maior parte dos casos ocorreu em crianças abaixo dos quatro anos de idade.
A Sociedade Brasileira de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Imunizações recomendam o uso do medicamento palivizumabe (são cinco injeções ao longo dos meses de maior circulação do vírus) para bebês e crianças. Porém, o medicamento só é oferecido gratuitamente para prematuros.
Registro
Segundo a Anvisa, a farmacêutica Pfizer protocolou em 28 de agosto a solicitação de registro do imunizante batizado de Abysvo. A vacina é indicada para gestantes com 32 a 36 semanas para provocar a reação imunológica contra infecções do trato respiratório inferior causadas pelo VSR nos recém-nascidos e bebês de até seis meses. Idosos com mais de 60 anos também são mais vulneráveis a desenvolver quadros respiratórios graves.
O pedido de aprovação pela Anvisa está baseado em resultados de estudos clínicos internacionais que demonstraram a segurança e a eficácia da vacina na proteção dos bebês e dos idosos.
O estudo de fase 3 contou com a participação de mais de sete mil grávidas em 18 centros de pesquisa em todo o mundo, quatro deles no Brasil. Revelou que o imunizante foi capaz de prevenir em 82% a ocorrência das formas graves de doenças respiratórias em crianças de até três meses e em 69% naqueles de até seis meses de vida. Em idosos a proteção contra quadros graves chega a 85%.
Semana
No Estado do Paraná, por proposição do líder do Governo, deputado Hussein Bakri (PSD), foi sancionada a Lei nº 21.646, que instituiu a campanha permanente de conscientização e prevenção da bronquiolite.
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Créditos: Orlando Kissner/Alep
A deputada alerta para a importância dos exames freqüentes para prevenir o câncer de mama, que é o câncer que mais mata mulheres no Brasil
O diretor-geral da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços (Seic), Christiano Puppi, assumiu a liderança do Partido Progressistas (PP) em Campo Largo. Na noite de segunda-feira (25), Puppi recebeu algumas das principais lideranças do PP no Paraná e autoridades em evento com mais de 500 pessoas, entre elas, a presidente estadual do PP, a deputada estadual Maria Victoria, e os também deputados estaduais Matheus Vermelho e Soldado Adriano.
O evento também marcou a pré-candidatura de Puppi para a disputa em 2024 à prefeitura da cidade da Região Metropolitana de Curitiba, 14º maior município do Paraná, com 136,3 mil habitantes, de acordo com censo do IBGE. Em 2022, Puppi foi o candidato a deputado estadual mais votado na cidade, somando o total de 22.988 votos, sendo 17.273 de eleitores de Campo Largo.
“O legado do nosso partido é a conversa, a sintonia, a convergência. Porque quem não converge, se impõe. Isso que buscamos no Progressistas: chamar para o diálogo amplo, geral e irrestrito, respeitando sempre nossas bandeiras e nossos valores que são inegociáveis”, destacou Puppi na noite do evento.
O secretário estadual da Indústria, Comércio e Serviços, o deputado federal Ricardo Barros, aponta a tradição de boas gestões da família Puppi à frente de Campo Largo. “Temos uma liderança muito expressiva, uma tradição muito forte de serviços prestados à comunidade do prefeito Marcelo Puppi, do avô do Puppi, o prefeito Newton Puppi, e queremos continuar a liderar o progresso de Campo Largo”, destaca Barros. O avô de Puppi foi prefeito três vezes da cidade e o pai faleceu logo após ser reeleito na eleição de 2020.
A deputada estadual Maria Victoria, presidente estadual do PP, destacou o trabalho de Puppi com o secretário Ricardo Barros no cargo de diretor-geral na Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços. “O Puppi tem feito um trabalho maravilhoso na secretaria, com sua simpatia e carisma. Ele vai ser o prefeito de Campo Largo com nosso apoio e fazer um trabalho ainda melhor que o pai dele, que já tinha feito um trabalho muito bom à frente da prefeitura”, destaca a deputa Maria Victoria.
O deputado Soldado Adriano também ressalta a liderança de Puppi. “O Puppi é uma grande liderança que vem crescendo espontaneamente no nosso Estado. Tenho certeza que ele à frente do PP em Campo Largo vai fortalecer ainda mais o partido, fomentar mais lideranças. Por isso o Christiano Puppi é o nome mais preparado em Campo Largo para a próxima eleição municipal”, destaca o deputado Soldado Adriano que esteve no evento.
O deputado federal Pedro Lupion é outro líder do PP que presta apoio a Puppi à frente do partido em Campo Largo. “O Christiano Puppi é uma jovem e importante liderança que assume na cidade o comando do partido que vem crescendo nacionalmente e que, com certeza, estará no futuro de Campo Largo”, destaca o deputado Lupion, que é presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária.
Últimos levantamentos da empresa IRG Pesquisa com eleitores de Campo Largo apontam que Puppi ficaria à frente dos outros possíveis candidatos à prefeitura em todos os cenários estimulados – quando os nomes dos possíveis candidatos são apresentados aos entrevistados na pesquisa.

Fonte: Assessoria.
No evento foi instalada a Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável com o objetivo de estabelecer regras, instrumentos administrativos e incentivos para a cadeia produtiva do hidrogênio renovável.
A audiência pública sobre a cadeia de produção do hidrogênio renovável no Paraná – avanços da Lei nº 21.454/2023 e a instalação da Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável, aconteceu no Plenário da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira, 25. Proposta pelo primeiro-secretário, deputado Alexandre Curi (PSD), e pela segunda-secretária, deputada Maria Victoria (PP), a audiência teve por objetivo debater a produção de hidrogênio renovável, a regulamentação da Lei n.º 21.454/2023 e a instalação da Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável.
O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Luiz Traiano (PSD) esteve presente na abertura do evento e afirmou que “o assunto hidrogênio verde é um tema recorrente no mundo, nós não temos outro caminho a não ser estas alternativas voltadas para a energia limpa. A lei proposta pela deputada Maria Victoria é revolucionária, o Paraná dá um salto de vanguarda e tenho certeza absoluta de que nós estamos no caminho certo. A presença hoje de todas as entidades representativas do setor, especialmente do Agro, fortalece a iniciativa da Assembleia e vamos trabalhar para que ela seja implementada com a maior rapidez possível”.
O primeiro-secretário da Assembleia, deputado Alexandre Curi (PSD), signatário do projeto de lei e da audiência pública, participou da abertura enaltecendo a importância de legislação dedicada ao tema e afirmou que “o Paraná está pronto para abraçar a causa do hidrogênio verde. A lei estadual nº 21.454 é um marco significativo nesse caminho que consolida o Paraná como um farol na busca por soluções sustentáveis oferecendo segurança jurídica, incentivos valiosos a todos os investidores que desejarem participar desta transformação tanto no campo energético, quanto ambiental. O nosso estado agora tem a prerrogativa de promover incentivos, supervisionar e apoiar a cadeia do hidrogênio renovável, bem como, atrair investimentos para produção, distribuição e comercialização desta nova fonte de energia limpa”.
A presidente da audiência pública e segunda secretária da Assembleia Legislativa, deputada Maria Victoria (PP) disse que “esta audiência pública reúne especialistas, pesquisadores e pessoas do setor produtivo para tratar deste tema tão inovador que é o hidrogênio renovável. O Paraná saiu na frente, é o primeiro estado da federação a legislar sobre este assunto, nós estamos na mesma velocidade da Europa e dos Estados Unidos da América e pretendemos continuar dessa maneira, por isso este encontro é fundamental para que a gente possa regulamentar e colocar em prática tudo aquilo que a lei exige no Paraná”.
“Com a instalação da Frente Parlamentar nós vamos fazer um acompanhamento deste setor que é de fundamental importância discutir neste momento. Esta Frente reúne diversos deputados com o objetivo de integrar as ações do Legislativo, auxiliar na atualização constante do ambiente para o desenvolvimento e uso do hidrogênio renovável na nossa economia”, conclui a deputada Maria Victória”.
Frente Parlamentar
Ato contínuo ao início da audiência pública foi realizada a assinatura formal da instalação da Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável constituída pelo Ato do Presidente nº 11/2023 e publicada no DOA edição nº 2691, de 30 de maio de 2023. A Frente ficou constituída pela deputada Maria Victoria (PP) coordenadora e os deputados Alexandre Curi (PSD), Luís Corti (PSB), Alisson Wandscheer (Solidariedade), Cloara Pinheiro (PSD), Do Carmo (União), Fábio Oliveira (Podemos), Delegado Jacovós (PL), Flavia Francischini (União), Luiz Fernando Guerra (União) e Matheus Vermelho (PP).
O presidente da Comissão de Minas, Energia e Água da Assembleia, deputado Luís Corti (PSB), signatário da Lei nº 21.454/2023 em conjunto com o deputado Alexandre Curi e a deputada Maria Victória, declarou que “é emergencial a tomada de posição no uso de hidrogênio verde ou renovável. Existem dificuldades tecnológicas para fazer o armazenamento e muitas pesquisas ainda devem ser feitas para seu pleno uso. Mas a cadeia de produção do hidrogênio é tecnicamente viável, ecologicamente necessária e economicamente, um grande negócio”.
O presidente da Comissão de Orçamento da Assembleia, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PSD), participou da audiência pública e afirmou que “indiscutivelmente vivemos a era da transição energética. O petróleo não vai acabar, mas o finito é a nossa biosfera. O hidrogênio verde ainda é de alto custo, logística complicada e armazenamento caro. Para resolver isso é preciso termos escala. Sustentabilidade e escala econômica possível. O grande desafio é integrar o poder público com o setor privado para que tenhamos modelos viáveis no uso dessa tecnologia”.
O presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior, deputado Fábio Oliveira (Podemos), declarou que “ao falarmos em hidrogênio, temos uma discussão que no Brasil está se iniciando. Em nosso país o foco na pesquisa e inovação tecnológica ainda não é o nosso forte. Uma das metas da Comissão que presido aqui na Assembleia é o de transformar o Paraná em um estado que desenvolve tecnologia. Quando falamos de produção de hidrogênio renovável, podemos afirmar que é a mais pura tecnologia sendo investida e desenvolvida em nível mundial para a perpetuação do ser humano na face da Terra. Mais além disso, hidrogênio renovável é a sobrevivência humana com qualidade. Se não pensarmos em tecnologias limpas, não teremos qualidade de vida, por isso, independente do preço que se tenha que pagar, nós precisamos aproveitar e adequar as pesquisas e tecnologias já existentes à nossa realidade e aprender com quem já está à frente nesse assunto”.
O secretário de estado do Desenvolvimento Sustentável, Valdemar Bernardo Jorge, disse que “discutir energias renováveis é muito importante. O estado do Paraná já percebeu que a matriz energética precisa ser mudada. Ter uma Frente Parlamentar na Assembleia Legislativa preocupada com as mudanças climáticas, com a mudança da matriz energética, energias renováveis e com a questão do hidrogênio verde com este debate público tendo vários especialistas é fundamental para que a gente possa qualificar cada vez mais este entendimento sobre o tema”.
O diretor técnico-científico da Associação Brasileira do Hidrogênio (ABH2) e professor da Universidade Federal do Paraná, doutor Helton José Alves recebeu diploma de Menção Honrosa com “Votos de Congratulações pela contribuição inestimável ao estado do Paraná na pesquisa e construção da cadeia de hidrogênio renovável” e palestrou a respeito.
“Brasil está entre os países mais competitivos para a produção de hidrogênio renovável no mundo. O diferencial brasileiro é ter potencial para grande expansão da energia eólica e fotovoltaica e a biomassa (residual) com grande volume gerado de forma contínua, disponível em todo o país com versatilidade para a obtenção de diversos produtos. No Paraná, a tecnologia de produção de hidrogênio a partir do biogás rural e seu uso em célula a combustível para a geração descentralizada de energia elétrica é um grande diferencial competitivo”, explicou o professor Helton José Alves.
A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) participou da audiência pública com a presença de diversas lideranças rurais paranaenses e 120 presidentes, diretores e produtores rurais dos sindicatos de Colombo, São José dos Pinhais, Campo Largo, Rio Negro, Araucária, Bituruna, Irati, Guarapuava, Pato Branco, Cianorte, Marialva, Mandaguaçu, Paranavaí, Londrina, Ivaiporã, Campo Mourão, Ponta Grossa, Tibagi, Cambará, Jacarezinho e Carlópolis. O presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR, Ágide Meneguette pontuou a necessidade de se fomentar a tecnologia verde na matriz energética do Estado.
“A Lei sancionada na Assembleia Legislativa do Paraná é um marco legal para conseguimos linhas de financiamento que vão ajudar a desenvolver a tecnologia verde no Estado. Temos um processo agroindustrial muito forte que exige novas soluções energéticas. Já somos o segundo maior produtor de energia solar do país. Agora precisamos avançar no hidrogênio verde, por conta da situação atual do Estado”. Esse é um trabalho que não tem partido, porque está focado no desenvolvimento da economia do Paraná”, reforçou o dirigente, Ágide Meneguette.
Participações
Compuseram a mesa de autoridades, a presidente da audiência pública e segunda secretária da Assembleia, deputada Maria Victória (PP); o primeiro secretário da Assembleia, deputado Alexandre Curi (PSD); o presidente da Comissão de Minas, Energia e Água da Assembleia, deputado Luís Corti (PSB); o presidente da Comissão de Cultura na Assembleia, deputado Nelson Justus (União Brasil); o secretário de estado do Desenvolvimento Sustentável, Valdemar Bernardo Jorge; o secretário de estado da Justiça e Cidadania, Hilton Santin Roveda; o presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR, Ágide Meneguette; o diretor-presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Celso Kloss; o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig; o presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Claudio Stabile; ex-diretor da Copel, Jonel Nazareno Yurk e o ex-deputado estadual Rasca Rodrigues. Também estiveram presentes, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano (PSD), deputada Flávia Francischini (União Brasil) e representantes das deputadas Cloara Pinheiro (PSD) e Luciana Rafagnin (PT).
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Créditos: Orlando Kissner/Alep
A Assembleia Legislativa do Estado do Paraná realiza na próxima segunda-feira (25) uma audiência pública para debater os desafios da cadeia do hidrogênio renovável e os avanços da lei n.º 21.454/2023. A lei que estabeleceu a Política Estadual do Hidrogênio Renovável é de autoria dos deputados estaduais Maria Victoria (PP), Alexandre Curi (PSD) e Luis Corti (PSB).
A deputada Maria Victoria explica que a audiência faz parte do processo de integração do poder público, setor produtivo, universidades, instituições de pesquisa e outras entidades para estabelecer um ambiente favorável ao desenvolvimento da tecnologia e atração de novos investimentos nacionais e internacionais.
“O Paraná conta hoje com uma lei inovadora e eficiente, o Governo do Estado lidera um amplo debate sobre o tema e a audiência pública reunirá especialistas e gestores para debater os avanços e os desafios para construir a cadeia do hidrogênio renovável”, afirma.
“O Paraná possui as condições para ser protagonista nessa área recebendo investimentos que criem empregos, gerem renda e mudem o perfil econômico-energético do Estado”, sustenta a deputada.
O hidrogênio classificado como renovável é obtido a partir de fontes renováveis, em um processo de baixa emissão de carbono, e pode ser utilizado na geração de energia, na produção de combustíveis e na fabricação de fertilizantes.
“O hidrogênio renovável já é realidade em países da Europa e, em breve, poderá ser utilizado aqui na produção de fertilizantes para a agricultura, como combustível para a indústria, em veículos de carga, aviões e em diversas outras aplicações”, reforça Maria Victoria.
O primeiro-secretário da Casa, deputado Alexandre Curi, afirma que o Paraná está pronto para a era do hidrogênio renovável como fonte de energia. “A lei ajuda o estado a se consolidar como referência no tema, garantindo segurança jurídica e estímulos para todos os investidores que quiserem fazer parte da revolução que está por vir, tanto no campo energético quanto no ambiental. Com a nova lei, o Paraná assegura o estímulo ao uso do hidrogênio renovável em suas diversas aplicações, em especial, como fonte energética e produção de fertilizantes agrícolas; o estado também está autorizado a promover incentivos, fiscalização e apoio à cadeia do hidrogênio renovável; e a atrair investimentos para a produção, distribuição e comercialização da nova fonte de energia limpa”, destaca.
“A Assembleia Legislativa inovou quando criou a Comissão de Minas, Energia e Água e agora nasce uma Frente Parlamentar para cuidar do hidrogênio renovável. A renovação da matriz energética é um tema importantíssimo e o Paraná está na vanguarda. A comissão e a frente vão atuar de forma conjunta para que possamos avançar cada vez mais no tema das energias renováveis”, explica o deputado Luis Corti, que é presidente da Comissão de Minas, Energia e Água. “O Paraná saiu na frente ao criar uma legislação específica para o incentivo a geração de energia através do hidrogênio renovável, que não polui”, conclui o parlamentar.
Frente Parlamentar
No evento também será instalada a Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável com o objetivo de integrar as ações do Legislativo, auxiliar na consolidação e atualização do ambiente para o desenvolvimento da tecnologia.
A Frente será formada pelos deputados Maria Victoria, Alexandre Curi (PSD), Luís Corti (PSB), Alisson Wandscheer (Solidariedade), Cloara Pinheiro (PSD), Do Carmo (União), Fábio Oliveira (Podemos), Delegado Jacovós (PL), Flavia Francischini (União), Luiz Fernando Guerra (União) e Matheus Vermelho (PP).
Programação
A audiência pública está marcada para iniciar às 9h30 da próxima segunda-feira (25) no Plenário da Assembleia. O evento contará com as palestras do engenheiro químico Reginaldo Joaquim de Souza, da secretaria de Desenvolvimento Sustentável do Paraná (SEDEST); do engenheiro ambiental Rafael Gonzalez, diretor-presidente da CiBiogás; do engenheiro agrônomo Herlon Almeida, coordenador do Programa Renova PR no Instituto de Desenvolvimento Rural e do professor Helton José Alves, da Universidade Federal do Paraná e diretor técnico e científico da Associação Brasileira do Hidrogênio (ABH2).
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Créditos: Orlando Kissner/Alep
Presidente estadual da legenda reforça que documento lançado nesta terça-feira em Brasília será o guia para os candidatos nas próximas eleições
O evento foi aberto no Espaço Cultural da Assembleia Legislativa pela exposição “A realidade na pele da Arte – Campanha de conscientização sobre a dermatite atópica”.
A segunda-secretária da Assembleia Legislativa do Paraná, deputada Maria Victoria (PP), propôs o projeto de Lei nº 502/2023 que institui a Política Estadual para diagnóstico precoce e tratamento da Dermatite Atópica na rede de atenção à saúde das pessoas com doenças crônicas no estado do Paraná. Para tanto, foi realizada, nesta segunda-feira (18), no Plenário da Assembleia, a audiência pública para ouvir especialistas e tratar do tema. O evento foi aberto no Espaço Cultural da Assembleia Legislativa coma exposição “A realidade na pele da Arte – Campanha de conscientização sobre a dermatite atópica”.
O projeto de Lei da deputada Maria Victoria coloca o Paraná como o primeiro estado da federação a estabelecer uma política pública voltada para a referida patologia. “É importante trazer este tema para a Assembleia, visto que 30% da população é afetada pela dermatite atópica. É um tratamento simples, mas que sofre muito preconceito e por isso nós temos a obrigação de falar a respeito para população para que as pessoas compreendam que é algo simples e fácil de ser tratado. Hoje reunimos aqui diversos profissionais de saúde, representantes do Ministério da Saúde e todos aprendemos um pouco mais sobre o assunto nessa audiência pública”, disse.
“O Paraná, é o primeiro estado da federação a legislar sobre a dermatite atópica, temos certeza que seremos exemplo para o Brasil e por isso, é muito importante a participação do representante do Ministério da Saúde, justamente para entender como é que poderemos incluir estes medicamentos, que são relativamente baratos, de fácil acesso, no Sistema Único de Saúde (SUS), para que todos no Brasil, acometidos pela dermatite atópica, sejam contemplados”, concluiu a deputada Maria Victoria.
O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Hussein Bakri (PSD), participou da audiência pública e afirmou que toda ação política só é válida quando acompanhada da parte técnica. “Por isso a importância desta reunião para que possamos aprender mais a respeito desta patologia que decorre de questões emocionais, genéticas, ambientais, ou seja, vários fatores que desencadeiam a doença. A relatoria do projeto já se manifestou de forma favorável e o compromisso da liderança do governo é de que este projeto seja aprovado de forma célere para atender a todos os paranaenses que sofrem com a doença”.
A presidente do Conselho de Ações Solidárias da Assembleia Legislativa do Paraná, senhora Rose Traiano, afirmou que “é importantíssimo o trabalho de conscientização sobre a dermatite atópica, por ser uma doença que provoca muito preconceito. Por ser uma doença que causa coceiras e tem lesões em áreas visíveis, muitas vezes provoca discriminação. As pessoas passam por este tipo de constrangimento, especialmente as crianças. Mas esta doença não é contagiosa, por isso, é importante desmistificar doenças como esta, quanto mais falarmos e informação for divulgada, menos serão os preconceitos”.
Exposição de obras clássicas com dermatite atópica
A exposição “A realidade na pele da Arte – Campanha de conscientização sobre a dermatite atópica”, trazida pela empresa farmacêutica Pfizer, apresenta cópias de obras de arte famosas como a Mona Lisa de Leonardo da Vinci, Rosa e Azul de Pierre-Auguste Renoir, Moça com Brinco de Pérola de Vincent van Gogh entre outras que estão retratadas com as manifestações na pele da dermatite atópica.
A diretora de Inflamação e Imunologia da empresa, doutora Mariana Carmagnani Pestana explicou sobre a exposição. “A nossa ideia com a exposição itinerante que está rodando o Brasil foi trazer quadros clássicos de arte para revelar a realidade da pele da dermatite atópica. A arte traz esta revelação da realidade que ninguém quer ver, por isso as intervenções em quadros clássicos para mostrar esta doença. A ideia é sensibilizar as pessoas para que entendam que esta é uma doença bastante impactante na vida de cada um. O importante é ressaltar que isso não é uma questão de estética, é uma doença crônica que atrapalha em muito a vida de seu portador”.
Especialistas
A audiência pública teve as palestras da diretora clínica e fundadora da Associação de Pacientes Portadores de Psoríase do Paraná (Psoripar), doutora Sineida Maria Berbert Ferreira, do presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, doutor Heitor de Sá Gonçalves e do chefe do Serviço de Dermatologia do Hospital Federal do Servidores do Estado e sócio titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, doutor Paulo Oldani; que apresentaram as características da doença, estatísticas, diagnóstico, prevenções e tratamento.
A diretora clínica e fundadora da Associação de Pacientes Portadores de Psoríase do Paraná (Psoripar), investigadora do Centro Paranaense de Pesquisas em Dermatologia, doutora Sineida Maria Berbert Ferreira, recebeu da proponente da audiência pública, deputada Maria Victória o Diploma de Menção Honrosa e Votos de Congratulações pelos relevantes serviços prestados à Sociedade Paranaense, atuando na área de saúde pública, em especial pelo diagnóstico precoce e tratamento da dermatite atópica e falou sobre a importância de se estabelecer uma política pública a respeito.
“Esta é uma doença inflamatória crônica de base autoimune e uma das doenças mais prevalentes. A dermatite atópica afeta até 25% das crianças no Brasil. Ela não é contagiosa, é de base genética, mas ela cria muito constrangimento e sofrimento e hoje a importância é que a gente busque o acesso aos tratamentos e combata o preconceito. No paraná esse será um dia marcante porque será o primeiro estado da federação a ter uma legislação específica para atendimento desta patologia para a população. A grande importância deste projeto de Lei da deputada Maria Victória é para oferecer acesso aos tratamentos. Hoje estes medicamentos estão aprovados pela ANVISA, mas os pacientes não têm acesso nem pelo Sistema Único de Saúde e nem pelos planos privados ”, concluiu a doutora Sineida.
O superintendente do Ministério da Saúde no Paraná, senhor Luiz Armando Erthal, transmitiu a saudação da ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima e ressaltou a importância do projeto de Lei. “Gostaria de parabenizar a deputada Maria Victória por trazer este projeto de Lei com um tema muito importante para a saúde de todos os brasileiros. O Ministério da Saúde tem feito todos os esforços para contemplar as doenças que são relevantes para a saúde pública. Que consigamos, a partir desta reunião, organizar uma política pública para atender esta patologia”.
Dados sobre a doença
A pele é o maior órgão do corpo humano e as doenças de pele representam a quarta causa mais comum de todas as doenças humanas, além de representarem a quarta causa principal de fardo de doença não fatal na vida, ajustada por incapacidade absoluta e anos vividos com incapacidade.
Entretanto, o fardo de doenças de pele é frequentemente subestimado e essas doenças são consideradas pela maioria das instituições de saúde como “cosméticas”. A gravidade das doenças é definidade pela incapacidade que gera e desconsidera outros indicadores de qualidade de vida. Os pacientes com dermatite atópica tem um maior risco de infecções graves. As infecções em pacientes com DA incrementam os custos e a mortalidade intra hospitalares.
A prevalência da dermatite atópica no mundo é de até 20% em crianças e 10% em adultos. Ocupa o 15º lugar no ranking de doenças. Das doenças não fatais, é a 1º em doenças de pele. No Brasil ocorre de 02% a 7% em adultos e de 15% a 20% em crianças. 50% dos casos aparecem no primeiro ano de vida. As manifestações são de 08% a 10% moderada a grave, 8,6% dos portadores necessitam de hospitalização, porém, 79.1% descontinuou ou alterou o tratamento da dermatite atópica.
Suas características no paciente são de pele sempre seca, pele permeável à penetração de alérgenos, perda de função de barreira cutânea, perda de função do papel protetor da pele e aumento da inflamação e da coceira.
Entre os principais fatores que podem desencadear a doença estão o fumo, produtos de limpeza, ambientes muito quentes ou muito frios, estresse emocional, poeira doméstica, pelos de animais, ácaros e pólens.
Participantes
Compuseram a mesa a propositora e presidente da audiência pública, segunda secretária da Assembleia Legislativa, deputada Maria Victória (PP); o líder do Governo, deputado Hussein Bakri (PSD); a presidente do Conselho de Ações Solidárias da Assembleia Legislativa do Paraná, senhora Rose Traiano; a diretora clínica e fundadora da Associação de Pacientes Portadores de Psoríase do Paraná (Psoripar), investigadora do Centro Paranaense de Pesquisas em Dermatologia, doutora Sineida Maria Berbert Ferreira; superintendente do Ministério da Saúde no Paraná, senhor Luiz Armando Erthal e o coordenador médico da Central de Saúde de Curitiba, doutor Rômulo Pereira. De forma remota, participaram o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, doutor Heitor de Sá Gonçalves e o chefe do Serviço de Dermatologia do Hospital Federal do Servidores do Estado e sócio titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, doutor Paulo Oldani.
O evento de abertura, exposição de quadros ilustrando a dermatite atópica em obras de pintores famosos, contou com a presença de todos os participantes da audiência pública, da representante da empresa Pfizer Farmacêutica, diretora de Inflamação e Imunologia, doutora Mariana Carmagnani Pestana, do presidente da Comissão de Direitos Humanos e da Cidadania da Assembleia Legislativa, deputado Professor Lemos (PT) e dos professores e acadêmicos do curso de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, campus Toledo que, ato contínuo, acompanharam a audiência pública no Plenário da Casa.
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Créditos: Orlando Kissner/Alep