Em três mandatos, a deputada do Progressistas conseguiu junto ao Governo do Estado R$ 370 milhões em cerca de mil emendas destinadas a mais de 100 cidades paranaenses
A deputada Maria Victoria (PP) destacou a importância da parceria entre os legislativos municipais e o estadual para otimizar investimentos, elaborar políticas públicas eficientes e trabalhar por mais obras em todas as regiões do Estado.
A parlamentar participou nesta quarta-feira (30) do 13.º Congresso de União e Fortalecimento da Vereança organizado da União de Câmaras, Vereadores e Gestores Públicos do Paraná (Uvepar), que ocorre na Assembleia Legislativa do Paraná.
MUNICIPALISTA – Nesses três mandatos, a deputada estadual Maria Victoria conseguiu junto ao Governo do Estado investimentos da ordem de R$ 370 milhões, distribuídos em cerca de mil emendas para mais de 100 municípios do Paraná.
“Sou municipalista e sei da importância desse diálogo para a elaboração de políticas públicas eficientes, e destinação de investimentos do Governo do Estado para o desenvolvimento dos municípios”, disse ao agradecer ao presidente da Uvepar, Fred Freitag, vereador em Peabiru, pelo convite par participar do encontro.
Entre os recursos citados estão grandes obras como o Hospital da Criança de Maringá, pavimentação de ruas e rodovias, obras e equipamentos como veículos, viaturas, tratores, academias ao ar livre e parquinhos infantis, entre outros.
Maria Victoria lembrou que são os prefeitos e vereadores que conhecem as reais necessidades de suas comunidades, e que levam essas demandas aos seus representantes na Assembleia. “Daí a importância de uma vereança forte, com Câmaras Municipais atuantes e participativas. Contem comigo e com a Mesa Executiva da Assembleia Legislativa”, frisou.
ASFALTO – A parlamentar reforçou às lideranças municipais que na próxima semana o governador Ratinho Jr (PSD) irá lançar um programa, em parceria com a Assembleia Legislativa, para asfaltar as ruas de todas as cidades com menos de 7 mil habitantes.
“Mais de 150 municípios serão beneficiados com asfalto, construção de calçadas, iluminação em led e arborização das ruas. A Assembleia repassou R$ 200 milhões para serem utilizados nesse programa, são recursos economizados pelo poder legislativo”, pontuou.
UNITAR – Maria Victoria reforçou ainda que em breve será disponibilizado aos prefeitos e aos vereadores paranaenses um projeto de capacitação batizado de “Universidade dos Prefeitos”. “Para ampliar as políticas públicas voltadas aos objetivos de desenvolvimento sustentável”, afirmou.
O projeto foi articulado pela parlamentar junto ao Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (Unitar) e a Organização Mundial da Família (OMF). A Assembleia vai disponibilizar os canais de comunicação, a TV Assembleia e a Escola do Legislativo para promover os treinamentos desenvolvidos pela Unitar para os prefeitos e vereadores paranaenses.
EVENTO – O 13º Congresso de Fortalecimento da Vereança, organizado pela Uvepar, segue até sexta-feira (31). Durante os três dias de evento, estão programadas 20 palestras com especialistas em áreas como Direito e Gestão Pública.
Assembleia Legislativa aprova projeto de lei da deputada Maria Victoria (PP) que premia a capital paranaense pelo desempenho nos Índices de Desenvolvimento Sustentável das Cidades.
Nesta quarta-feira (22), Curitiba foi reconhecida como capital dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). A Assembleia Legislativa aprovou em primeira discussão o projeto de lei 294/2022, de autoria da deputada Maria Victoria (PP), que concede à cidade o título à capital paranaense.
Segundo a parlamentar, a iniciativa vem em reconhecimento ao fato de Curitiba ter sido a capital mais bem avaliada nos Índices de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC-BR) da Organização das Nações Unidas.
A avaliação, publicada no site www.cidadessustentaveis.org.br, levou em consideração dados de 770 municípios brasileiros – incluindo as 26 capitais (exceto Brasília) e cidades das regiões metropolitanas. Curitiba foi a única capital – bem como a única cidade com mais de 500 mil habitantes – a se classificar.
“Este reconhecimento é um estímulo para Curitiba e todas as outras cidades paranaenses redobrarem os esforços para atingirem as metas de desenvolvimento sustentável definidas pela ONU”, afirma Maria Victoria.
Metas
A capital paranaense já atingiu a meta definida pela ONU em energia limpa e acessível; indústria, inovação e infraestrutura; consumo e produção sustentável; ação contra a mudança global do clima; e vida na água.
Alguns dos ODSs ainda demandam atenção, como erradicar a fome, saúde e educação de qualidade, igualdade de gênero, reduzir as desigualdades, cidades e comunidades sustentáveis e ainda paz, justiça e instituições eficazes.
fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Imagem: Valdir Amaral/Alep
A deputada estadual Maria Victoria (PP) propôs a criação de uma data para conscientizar a respeito da realização da triagem neonatal, o teste do pezinho. A parlamentar apresentou, na terça-feira (22), o projeto de lei 161/2023 que institui o 6 de junho como “Dia de Conscientização sobre a Triagem Neonatal no Estado do Paraná”.
A triagem neonatal, realizada por meio do teste do pezinho, é obrigatória e gratuita em todo o país. A coleta é realizada ainda na maternidade e é a principal forma de prevenir doenças genéticas, metabólicas e infecciosas.
“A criação de uma data específica tem o objetivo de chamar a atenção da população, dos profissionais da saúde e das autoridades para a importância do exame, e para a necessidade de se ampliar o acesso ao teste de triagem neonatal em todo o Estado”, explica Maria Victoria.
Raras
De acordo com a parlamentar, o diagnóstico precoce é decisivo para o tratamento adequado para as doenças e síndromes raras. E a consolidação de uma data no calendário oficial de eventos do Paraná vai estimular a realização de eventos, seminários e ações sobre a importância da triagem neonatal.
“Venho trabalhando desde 2015 pela disseminação da boa informação, mais políticas públicas, ampliação de tratamentos e melhoria da qualidade de vida para quem tem doenças raras”, pontua Maria Victoria.
A deputada Maria Victoria, que é autora da lei que instituiu no Paraná o Fevereiro Lilás, mês de conscientização sobre Síndromes e Doenças Raras, defende também a ampliação da triagem neonatal para identificar de maneira precoce doenças e síndromes raras.
“É o nosso grande desafio. Ampliar a quantidade de doenças e síndromes que podem ser detectadas na triagem neonatal. Em 2018 fizemos um projeto piloto que foi bem-sucedido. O diagnóstico precoce permite iniciar com tratamento adequado, que pode ser decisivo no futuro da vida de milhares de pessoas”. Levantamentos apontam que cerca de 500 mil paranaenses possuam doenças ou síndromes raras.
Avanços
No Paraná a responsável pela realização da Triagem Neonatal é a Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional – FEPE.
Em dezembro de 2022, o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), a Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz e o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) inauguraram o Centro de Saúde Pública de Precisão, que fará estudos genéticos para oferecer respostas mais precisas no diagnóstico e tratamento de doenças.
O Centro está instalado no Parque Tecnológico da Saúde em Curitiba com a meta de estudar doenças raras e cânceres com sequenciamento genético e pesquisa genômica.
fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Imagem: Orlando Kissner/Alep
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Imagem: Valdir Amaral/Alep
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Imagem: Orlando Kissner/Alep
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Foto: Orlando Kissner/ Alep
Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná
Foto: Valdir Amaral/ Alep
A deputada estadual, Maria Victoria (PP), disse, nesta segunda-feira (20), que o fim da obrigatoriedade de autorização do legislativo, para a emissão de licenças para a construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), deve acelerar novos investimentos no Paraná.
Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional o artigo 209 da Constituição do Estado do Paraná que exigia a aprovação da Assembleia Legislativa para a construção das centrais. Em 2015, a deputada Maria Victoria apresentou uma Proposta de Emenda a Constituição (PEC) para alterar o artigo e derrubar a obrigatoriedade. A PEC acabou sendo arquivada.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulga que há aproximadamente 166 projetos em diferentes estágios que poderiam se viabilizar no Paraná, totalizando 1638 MW. Segundo o setor produtivo, isso representaria investimentos de R$ 11 bilhões com a geração de quase 99 mil empregos diretos e indiretos.
“São investimentos em uma fonte de energia limpa e renovável que geram empregos e movimentam a economia de todo o Estado”, afirma Maria Victoria.
POTENCIAL – A deputada reforça que apesar de possuir um dos potenciais hídricos mais ricos do país, o Paraná era o único estado a manter essa exigência em sua Constituição.
“Um dos grandes entraves para mais investimentos é o excesso de burocracia. A legislação federal ambiental impõe uma série de exigências. Além disso, o Paraná possui órgãos eficientes e técnicos capacitados para avaliar os impactos ambientais dos empreendimentos”, pontua Maria Victoria.
A ação junto ao STF foi movida pela Associação Brasileira de PCHs e CGHs – (ABRAPCH) e pela Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa – (ABRAGEL).
De acordo com a presidente da ABRAPCH, Alessandra Torres de Carvalho, há 33 anos havia a obrigatoriedade de, após a obtenção da licença ambiental, os projetos para construção de PCHs e CGHs passarem pela aprovação da Assembleia Legislativa.
“O Paraná, apesar de ser um estado exemplo no que se refere ao licenciamento ambiental de PCHs e CGHs, ainda era o único do país em que a legislação exigia a aprovação dos deputados, contrariando a prerrogativa de que é atribuição da União legislar sobre o setor de geração de energia”, explica a presidente da ABRAPCH.
USINAS – As PCHs e CGHs são siglas para usinas hidrelétricas de tamanho e potência relativamente reduzidos, são capazes de gerar de 1 a 30 MW/H. As primeiras são usinas com reservatório de até três quilômetros quadrados e potência entre 1 e 30 MW. Já as CGHs tem potência máxima de até 1 MW.
Segundo a Associação Brasileira de PCHs e CGHs – (ABRAPCH), por serem menores, essas centrais de energia são mais baratas de construir e causam um dano ambiental menor, pois não alagam grandes áreas. Além disso, podem ser construídas em rios com menor vazão, proporcionando a descentralização da geração de eletricidade no país.
FONTE: D’PONTA
Mesmo sendo 53% do eleitorado no Brasil, as mulheres sempre foram sub-representadas na política nacional. Mas a Assembleia Legislativa do Paraná deu um passo importante esta semana para reduzir a distância entre homens e mulheres no parlamento estadual: os deputados aprovaram na sessão do último dia 1.º de agosto, com apenas um voto contrário, o projeto de resolução 5/2022, que criou a Bancada Feminina na Casa. Com a medida, o grupo será representado na Mesa Diretora e terá as mesmas prerrogativas dos blocos parlamentares.
Mais jovem deputada da Casa, aos 30 anos, Maria Victoria comemorou a criação da Bancada Feminina: “Foi um dia histórico! A Assembleia Legislativa do Paraná deu um passo importantíssimo em busca da equidade de gênero. Tive a honra de assinar o projeto como coautora, e de contribuir para a formalização dessa bancada suprapartidária, que sem dúvida vai dar mais atenção às pautas de interesse das mulheres”, comentou. “Há um descompasso entre a presença feminina na sociedade e na política, que começa a ser corrigido.”
O Progressistas marcou a convenção partidária para o dia 23 de julho às 9 horas em Londrina. O anúncio foi feito pela presidente estadual da legenda, deputada Maria Victoria, nesta quarta-feira (29).
Segundo Maria Victoria, a escolha da cidade de Londrina prestigia a administração inovadora e eficiente do prefeito Marcelo Belinati. Com aprovação superior a 80 %, Marcelo é o prefeito mais bem avaliado entre as grandes cidades do país.
FORÇA ESTADUAL – A convenção vai reunir os seis deputados estaduais, os seis deputados federais, 22 prefeitos, 33 vice-prefeitos e mais de 300 vereadores de todas as regiões do Estado.
“Temos presença ativa em mais de 90 % dos municípios paranaenses. Em 2021 filiamos mais de 2 mil pessoas, sendo que 1 mil são mulheres. Realizamos uma série de eventos de capacitação e treinamento para preparar os nossos pré-candidatos. O PP hoje é uma das principais forças políticas do Paraná”, afirmou Maria Victoria.
Além disso, a legenda conta com os movimentos Juventude Progressistas, Mulheres Progressistas, Progressista Afro, Progressistas Acessibilidade, Progressistas LGBTQIA+ e Progresssistas Pet.