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Maria Victoria 11

Entre as ações estão mobilização na Rua XV, palestras educativas, Simpósio Estadual e sessão solene na Assembleia Legislativa.

O Fevereiro Lilás é o mês destinado a conscientização sobre doenças e síndromes raras. Estão programas ações para sensibilizar a população paranaense a respeito dos tipos de doenças existentes; seus sintomas, tratamentos, diagnósticos e, principalmente, para estimular a inclusão em Curitiba e em diversas cidades do Paraná.

A deputada estadual Maria Victoria (PP) é a autora da lei que estabeleceu o Dia Estadual de Conscientização das Doenças Raras (18.646/2015), celebrado no dia 29 deste mês e a lei que instituiu o Fevereiro Lilás (19.426/2018) no Paraná.

“É uma bandeira que me dedico desde o início do primeiro mandato, em 2015. Contamos com o apoio da Aliança Paranaense de Doenças e Síndromes Raras e com diversas entidades para construir políticas públicas eficientes, ampliar o conhecimento e os debates sobre as doenças e síndromes raras”, afirma Maria Victoria.

No ano passado, a deputada articulou a aprovação da lei que estabeleceu prioridade na tramitação de processos no Governo do Estado de pessoas com doenças ou síndromes raras (21.490/2023).

Em parceria com a deputada Cloara Pinheiro (PSD), Maria Victoria foi a autora da lei 21.527/2023, que estimula pesquisas e amplia o debate sobre as Doenças Oculares Raras no Paraná. Foi criado o Dia Estadual de Conscientização sobre as Doenças Oculares Raras, em 20 de maio.

Maria Victoria articulou com os deputados a inclusão de emenda coletiva no valor de R$ 25 milhões ao Orçamento deste ano para ampliar o número de doenças detectadas pelos testes do pezinho realizados no Paraná e também apresentou um projeto de lei para ampliar o teste do pezinho, o PL está em tramitação na casa.

Caminhada

A programação do Fevereiro Lilás inicia no dia 1º de fevereiro com uma palestra de capacitação na Câmara Municipal de São José dos Pinhais. (lista completa no fim do texto)

Já no sábado (3), ocorre mais uma edição da tradicional mobilização na Rua XV de Novembro, no centro de Curitiba. A partir das 8h30 inicia a concentração para a caminhada saindo em frente à Associação Comercial do Paraná (ACP) em direção à Praça Osório.

A mobilização organizada por entidades que formam a Aliança Paranaense de Doenças e Síndromes Raras reunirá pessoas com doenças raras, familiares, profissionais de saúde e representantes de diversas instituições. A ação conta com o apoio do Governo do Estado, Assembleia Legislativa, Governo do Estado e Associação Comercial do Paraná.

Simpósio

No dia 29 de Fevereiro, data que marca o Dia Estadual de Conscientização das Doenças Raras, será realizado o II Simpósio Paranaense de Doenças Raras – Conquistas & Desafios no Museu Oscar Niemeyer (MON).

O Simpósio contará com palestras e mesas redondas envolvendo médicos, pesquisadores, especialistas, profissionais de saúde, pacientes e familiares para debater os avanços e assuntos mais recentes sobre doenças raras. A programação completa e as inscrições podem ser feitas pelo link ().

Sessão Solene

No mesmo dia, a Assembleia Legislativa, por proposição da deputada Maria Victoria, promoverá uma sessão solene com o objetivo de homenagear homens e mulheres que auxiliam pacientes com doenças raras e seus familiares, profissionais e voluntários de diversas áreas que ajudam na divulgação de informações sobre diagnósticos, tratamentos e na sensibilização da sociedade sobre o tema.

A sessão está marcada para as 18h30 no Plenário da Assembleia Legislativa. Durante todo o mês de Fevereiro a Assembleia estará iluminada de lilás para alertar sobre o mês de conscientização.

Doenças Raras

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), doença rara é a que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. O número exato de doenças raras não é conhecido, mas estima-se entre 6 mil a 8 mil tipos diferentes em todo o mundo. Hoje cerca de 13 milhões de brasileiros têm diagnósticos de doenças raras, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Ministério da Saúde informa que as doenças raras são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas e variam não só de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa acometida pela mesma condição. Manifestações relativamente frequentes podem simular doenças comuns, dificultando o seu diagnóstico.

Geralmente, as doenças raras são crônicas, progressivas e incapacitantes, podendo ser degenerativas e também levar à morte, afetando a qualidade de vida das pessoas e de suas famílias.

Além disso, muitas delas não possuem cura, de modo que o tratamento consiste em acompanhamento clínico, fisioterápico, fonoaudiológico, psicoterápico, entre outros, com o objetivo de aliviar os sintomas ou retardar seu aparecimento.

O Brasil adota a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, que organiza desde 2014 a rede de atendimento para prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação. O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza atendimentos para prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação de pessoas com doenças raras, além de tratamento dos sintomas.

PROGRAMAÇÃO PREVISTA PARA O FEVEREIRO LILÁS

01/02 – 18h30 – Palestra na Câmara de Vereadores de São José dos Pinhais – Sinais de Alerta de Doenças e Síndromes Raras e a Importância da Participação Social.

Inscrição: https://forms.gle/b1hAAtekQR3p1Ye97

03/02 – 8h30 às 12h30 – Mobilização na Rua XV Curitiba – Encontro em frente a ACP início do calçadão e seguiremos até a concentração na Praça Osório

10/02 – 22h30 na Av. Marechal Deodoro – Desfile de Carnaval: Ala dos Raros na Escola Enamorados do Samba (Ala Elite do Café)

26/02 – 14h às 17h –  Palestra na Câmara de Vereadores de Colombo – Sinais de Alerta de Doenças e Síndromes Raras e a Importância da Participação Social.

27/02 – das 13h30 às 17h –  Palestra na Câmara de Vereadores de Piraquara – Sinais de Alerta de Doenças e Síndromes Raras e a Importância da Participação Social.

28/02 – Evento Hospital Pequeno Príncipe – palestras (horário ainda em definição) – Organização HPP

29/02 – 8h30 às 17h30 – II Simpósio Paranaense de Doenças Raras – Desafios & Conquistas – Museu Oscar Niemayer   Inscrições e Acesse aos palestrantes e toda a programação: http://bit.ly/SimposioRaras

29/02 – 18h30 às 20h – Sessão Solene de homenagens aqueles que fazem a diferença na vida dos Raros Paranaenses – Assembleia Legislativa do Paraná – ALEP (a entrega da homenagem será presencial pelas autoridades)

01/03 – 8h30 às 17h – Simpósio de Conscientização em Fazenda Rio Grande

Também estão previstos eventos da Campanha do Fevereiro Lilás em Londrina, Paiçandu, Campina Grande do Sul, Quatro Barras, São João do Ivaí, Marmeleiro, Ivaiporã entre outras cidades.

FOTO: Valdir Amaral/Alep

A deputada Maria Victoria (PP) solicitou nesta segunda-feira (29) ao Ministério da Saúde o envio ao Paraná de mais doses da vacina contra a dengue. O primeiro lote destinado pelo órgão federal ao Estado atende somente 30 cidades das regiões de Londrina e de Foz do Iguaçu.

“Vamos solicitar ao Ministério da Saúde o envio de mais doses da vacina contra a dengue. Temos um número elevado de casos em outras regiões como Maringá, Paranavaí, Paranaguá, Jacarezinho e Apucarana. Hoje o Paraná é o terceiro Estado com o maior número de casos no país, precisamos de uma atenção maior do Ministério”, disse.

A deputada destacou que o Governo do Estado, por meio da secretaria da Saúde, também solicitou novas doses ao Ministério da Saúde. “Estamos somando esforços para atender a população e reduzir os impactos da dengue no Estado”, disse.

Segundo o último levantamento divulgado pela Secretaria da Saúde, o Paraná tem 16.693 casos confirmados em 279 municípios dentro do atual ciclo epidemiológico. É o terceiro estado com o maior número de casos, mas aparece em quarto em número de municípios contemplados, atrás de Goiás (134), Bahia (115) e Mato Grosso do Sul (79).

“A distribuição de vacinas apenas para as regiões de Foz do Iguaçu e Londrina não contempla o atua cenário da dengue no Paraná. Aproveitamos que o Ministério possa reconsiderar e ampliar as doses neste primeiro lote”, afirmou o secretário da Saúde, Beto Preto.

Fevereiro

Inicialmente o público-alvo determinado é de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações pela doença, depois dos idosos, que ainda não têm indicação de vacinação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A vacinação deve iniciar no mês de fevereiro, conforme previsão do Ministério da Saúde. A Sesa aguarda informações técnicas sobre o quantitativo de doses e a data de entrega para distribuição aos municípios. O esquema é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas.

 

 

FOTO: Valdir Amaral/ Alep

Governador Ratinho Jr (PSD) destacou trabalho da deputada Maria Victoria (PP) pela obra. Licitação deve ser lançada em Março

 

A deputada estadual Maria Victoria (PP) disse que a pavimentação da estrada entre Marilena e Porto Maringá, no Noroeste, vai gerar empregos, atrair investimentos e impulsionar o desenvolvimento da região. O governador Ratinho Júnior (PSD) anunciou que edital da obra será lançado em Março.
“É uma grande conquista. Há muito tempo assumi o compromisso de trabalhar para que esta pavimentação se tornasse realidade. Obrigada governador Ratinho Jr pelo comprometimento com o desenvolvimento do nosso Noroeste. Que venha o asfalto e com ele mais oportunidades, renda e novos investimentos”, disse a deputada.
O anúncio do governador foi feito na semana passada durante a entrega de casas populares para famílias de Marilena. No discurso, Ratinho Júnior destacou o trabalho da deputada Maria Victoria pela obra.
“Essa estrada é um desejo de muitos anos. E eu fiz o compromisso com a Maria Victoria, que é deputada aqui da cidade, que há muito tempo me cobra de fazer essa estrada”, disse.
“Em março vou estar aqui, com todas as lideranças locais, soltando a licitação da pavimentação do Porto Maringá, que é um sonho para a cidade e a região. Para nós, a obra é muito importante, pois o turismo está crescendo muito, passando a ser um grande gerador de empregos. Precisamos cada vez mais trazer infraestrutura”, disse Ratinho Júnior.
O prefeito Zé do Peixe (PP) agradeceu ao governador Ratinho Júnior a deputada Maria Victoria pelo trabalho e pela dedicação para tornar esse sonho da cidade em realidade.
“O município de Marilena não teria condições de fazer essa obra sozinho. O asfalto vai atender a população e consolidar um eixo de desenvolvimento local e regional, estimulando novos empreendimentos”.
ESTRADA – A estrada que liga Marilena a Porto Maringá tem cerca de 12 quilômetros de extensão. Localizado na tríplice fronteira entre Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, o Porto Maringá é conhecido pelas praias de água doce e pelo encontro dos rios Paraná e Paranapanema.

Deputados votaram favoravelmente à iniciativa que pretende reduzir o impacto ambiental da cadeia produtiva no estado.

 

Avançou na Assembleia Legislativa do Paraná o projeto de lei que dispõe sobre o incentivo à Economia Circular no estado. O objetivo da iniciativa, que começou a tramitar em Plenário na sessão desta segunda-feira (15), é reduzir o desperdício na eliminação de resíduos da cadeia produtiva e utilizar energias renováveis na produção.

Segundo a autora, deputada Maria Victoria (PP), a proposta 278/2022 visa construir uma legislação moderna, que reduza o impacto ambiental da cadeia produtiva. Estabelecendo, assim, condições e estímulos à transição da economia linear, onde o final do produto após o consumo é o descarte para a economia circular, na qual os resíduos são encaminhados e reaproveitados em outro processo.

A inciativa tramita na forma de um substitutivo geral da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi aprovada em primeiro turno.

O projeto autoriza também o Estado a instituir o Selo Produto Economicamente Circular com o objetivo de estimular práticas de produção e consumo sustentáveis e desestimular o consumo de bens que não atendam aos princípios da economia circular, da sustentabilidade ambiental e da equidade social.

De acordo com relatório apresentado no Fórum Econômico Mundial, das mais de 93 bilhões de toneladas de minerais, combustíveis fósseis, metais e biomassa que entram na economia anualmente, apenas 9% são reutilizadas.

“A forma como utilizamos os recursos não é sustentável. Estamos consumindo e extraindo mais matérias-primas do que o nosso planeta consegue oferecer. Queremos o Paraná na frente nessa discussão para ampliar o ciclo econômico dos produtos, um debate que deve envolver o Governo do Estado, setor produtivo, universidades, organizações não governamentais entre outras entidades”, explicou a parlamentar.

Segunda discussão

Os deputados aprovaram, em segundo turno, o projeto lei 362/2021, do deputado Luiz Claudio Romanelli (PSD), que institui a Rota Turística Rastro da Serpente. A propositura trata de um trecho de aproximadamente 260 quilômetros das rodovias SP-250 e BR-476, localizado no Vale da Ribeira, lindando os Estado de São Paulo ao Paraná e muito apreciado pelo mototurismo.

Já o projeto 88/2023, de autoria do deputado Tito Barrichello (União Brasil), também estava em segunda discussão, mas recebeu subemenda e voltou à apreciação da CCJ. A iniciativa obriga as empresas de central de atendimento a disponibilizar para seus colaboradores canal de denúncias, com vistas à prevenção e combate ao assédio sexual, homofobia e xenofobia.

Em terceira discussão foi aprovado o projeto 33/2023, do deputado Requião Filho (PT). A iniciativa altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência no Paraná (Lei nº 18.419/2015) e define a instalação de piso tátil nas novas edificações públicas.

De acordo com a justificativa, “percebe-se grande dificuldade de acessibilidade nos prédios públicos paranaenses, seja para os deficientes físicos ou para aqueles que possuem algum nível de deficiência visual. Desta forma, pretende o projeto de lei estabelecer a obrigatoriedade do piso tátil para novas edificações ou nos casos de reforma”.

Sanção

Quatro projetos de lei tiveram a redação final aprovada e seguem para sanção ou veto governamental. Três deles concedem o Título de Utilidade Pública às seguintes instituições: o 101/2023, do deputado Goura (PDT), a Palco Escola – ações em valores humanos, de Curitiba; o 441/2023, do deputado Alexandre Amaro (Republicanos), ao Instituto Gratidão, em Piraquara; e o 477/2023, do deputado Tiago Amaral (PSD), à Associação dos Usuários do Sistema de Abastecimento de Água da Colônia Maria Luiza, em Paranaguá.

E, por último, o projeto de lei 419/2021, da deputada Mabel Canto (PSDB), que denomina Lodeval Santos Ribas a Penitenciária Estadual de Ponta Grossa II.

Duas sessões

O parlamento estadual se reúne para duas sessões plenárias nesta terça-feira (15), a partir das 14h30. Por causa da realização de mais uma edição da Assembleia Itinerante, que acontece quinta-feira (17), em Santo Antônio da Platina, a sessão de quarta-feira (16) foi antecipada.

 

Foto: Orlando Kissner/ Alep

A deputada estadual Maria Victoria (PP) destacou a importância do programa “Caravana em Defesa das Mulheres” para orientar e auxiliar as prefeituras na construção de políticas públicas para mulheres e para acessar os recursos estaduais para essas ações.
O programa é uma parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, com a Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e realizou um encontro em Maringá nesta quinta-feira (13).
“É uma importante ação do Governo Ratinho Júnior que sensibiliza e qualifica gestores municipais para implantar ou ampliar as políticas públicas em defesa da mulher, estabelecendo Conselhos e os Fundos Municipais da Mulher”, afirmou Maria Victoria.
Em Maringá, o evento contou com a participação de prefeitos, vice-prefeitos, secretários, vereadores e lideranças de municípios da Amusep (Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense) e da Amunpar (Associação dos Municípios do Noroeste do Paraná).
A secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Leandre Dal Ponte, reforçou que o Governo do estado vai dar todo o suporte para que as prefeituras criem estruturas de defesa da mulher.
“Nosso objetivo também é cofinanciar as prefeituras e abrir novo horizonte de protagonismo da mulher. Os municípios gastam 80% do seu tempo combatendo os efeitos não as causas dos problemas. Temos que trabalhar a prevenção da mulher também. Nossa intenção é orientar vocês e desenvolverem políticas públicas desafiadoras em defesa das mulheres”, disse durante a reunião.
PREFEITOS – O prefeito de Maringá, Ulisses Maia, reforçou a importância da criação do Fundo Municipal da Mulher. “Muitos recursos só virão para os órgãos que tiverem estruturas para as mulheres”, afirmou.
O presidente da Amusep, representante da diretoria da AMP e prefeito de Ângulo, Rogério Bernardo, avaliou que lugar de mulher é onde elas quiser. “Tenham a certeza de que os municípios vão dar cada vez mais oportunidades a vocês”.
A prefeita de Astorga, diretora da AMP e Presidente do Movimento de Mulheres Municipalistas do Paraná, Suzie Pucillo, parabenizou o governador Carlos Massa Ratinho Junior por ter criado a secretaria. “O que queremos é ter mais igualdade com os homens. Precisamos combater todas as formas de violência contra as mulheres”.
SOBRE – O programa “Caravana Paraná Unido pelas Mulheres” foi lançada no dia 29 de maio, em Curitiba, junto com o Pacto em Defesa da Mulher do Paraná.
Além da abertura de Curitiba e Maringá, a caravana já esteve em Cascavel (15/06), em Francisco Beltrão (16/06), em Santo Antônio da Platina (30/06), em Irati (06/07). Nesta sexta, o evento acontece em Arapongas.

Medida tem o objetivo de assegurar o diagnóstico precoce, facilitar o tratamento, incentivar políticas públicas, estimular pesquisas e disseminar a informação entre pacientes e profissionais de saúde.

A deputada Maria Victoria (PP) propôs a criação da Política Estadual para Diagnóstico Precoce e Tratamento da Dermatite Atópica. O projeto de lei 502/2023 foi apresentado nesta semana na Assembleia Legislativa do Paraná.

A deputada explica que a instituição da Política Estadual tem o objetivo de assegurar o diagnóstico preciso e precoce da doença, facilitar o acesso ao tratamento, incentivar novas políticas e ações públicas, estimular pesquisas e disseminar a boa informação entre pacientes e profissionais de saúde dos sistemas público e privado.

A dermatite atópica é um dos tipos mais comuns de alergia cutânea caracterizada por eczema atópico. É uma doença genética, crônica e que apresenta pele seca, erupções que coçam e crostas, geralmente acometendo dobras dos braços e parte de trás dos joelhos. Não é doença contagiosa e pode vir acompanhada de asma ou rinite alérgica.

“A doença pode causa grande sofrimento, físico e psicológico, inclusive com algum tipo de incapacidade. É fundamental que os pacientes tenham acesso ao tratamento efetivo e possamos estabelecer ações e políticas públicas mais eficientes”, afirma.

Pelo projeto de lei, a consulta dermatológica especializada em dermatite atópica será garantida em até sessenta dias da data da requisição e o início de tratamento em até trinta dias após o diagnóstico.

Também estabelece a possibilidade da utilização de tele consultorias para dar apoio no diagnóstico e tratamento precoce aos profissionais das Unidades Básicas de Saúde e da Estratégia da Saúde da Família.

Conscientização

Recentemente, a deputada Maria Victoria apresentou um projeto de lei para instituir o dia 23 de Setembro como o “Dia de Conscientização sobre a Dermatite Atópica” no Estado do Paraná.

“Queremos que a data passe a ser marcada por ações de saúde para disseminar a boa informação, espalhar a compreensão e fazer a diferença positiva na vida das pessoas afetadas pela dermatite atópica”, disse. “Informação correta é o caminho para acabar com o preconceito sobre dermatite atópica e facilitar os diagnósticos”.

Subestimada

Dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia apontam que 59% dos brasileiros já tenham apresentado pelo menos um dos sintomas característicos da dermatite atópica. Porém o diagnóstico para a doença ocorreu em apenas 1% dos casos. Outros 2% dos casos foram diagnosticados como alergia. É uma condição de pele comum, mas muitas vezes subestimada.

Já uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos mostra que 35% dos pacientes com dermatite atópica já sofreram algum tipo de discriminação em diversos ambientes, como transporte coletivo, no local de trabalho e em escolas ou faculdades.

Mais da metade dos adolescentes com dermatite atópica apresentam quadros de depressão durante as crises, 50% evitam aparecer em público e 36% tiveram problemas de autoestima.

A deputada Maria Victoria (PP) protocolou, nessa semana, o projeto de lei 207/2023 para criar o Dia Estadual de Conscientização sobre as Doenças Oculares Raras, 20 de maio.

Militante da causa das doenças raras desde o primeiro mandato na Assembleia, a deputada afirma que a ideia é estimular a criação de políticas públicas voltadas para as pessoas acometidas por doenças oculares raras, facilitar o diagnóstico precoce e a criação de protocolos de segurança.

“Também buscamos incentivar a troca de informações sobre o tema, a inclusão dessas enfermidades no Cadastro Estadual de Doenças Raras, o estímulo à pesquisa nas universidades e a educação inclusiva”, detalha.

Protagonismo

A deputada Maria Victoria explica que o Paraná pode ser o primeiro Estado do país a estabelecer um dia para a realização de ações sobre Doenças Oculares Raras. “A informação é essencial para o diagnóstico e o tratamento adequado”, reforça Maria Victoria.

A parlamentar destaca ainda que abril é o mês de conscientização sobre as doenças que causam cegueira. O Abril Marrom foi instituído pela Lei 19.097/2017. “Precisamos aprofundar a discussão em relação às doenças raras, que podem ou não levar à cegueira e não são tão divulgadas”.

Doenças

As doenças oculares raras se dividem entre as que atingem o nervo óptico – também chamadas de neuropatias ópticas hereditárias –, como a Neuropatia Óptica Hereditária de Leber, as Atrofias Ópticas e a Síndrome de Wolfram, por exemplo, e aquelas que comprometem diferentes partes dos olhos, como a Retinose Pigmentar, a Amaurose Congênita de Leber, a Síndrome de Usher, a Doença de Stargardt e a Distrofia Córnea, entre outras.

Agora o projeto segue para a análise nas comissões antes de ser levado à votação no plenário, em data ainda a ser definida.

 

Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná

Foto: Orlando Kissner/Alep

A parlamentar enviou um requerimento aos secretários estaduais de Infraestrutura e Logística e da Administração para que cumpram as disposições previstas na Lei Estadual 21.023/2022, de sua autoria.

 

A deputada estadual Maria Victoria (PP) se mobilizou para tirar do papel a Lei Estadual 21.023/2022, de sua autoria, que estabelece a utilização de areia descartada de fundição (ADF) na pavimentação, na produção de concreto e argamassa para artefatos de concreto, de telhas e peças de cerâmica, assentamento de tubulações em obras de pavimentação e na cobertura diária de aterros sanitários, entre outras obras e equipamentos.

A parlamentar apresentou requerimento, nesta quarta-feira (29), aos secretários estaduais da Infraestrutura e Logística, Fernando Furiatti, e da Administração, Elisandro Frigo, para que todos os editais de obras públicas no Paraná, nos casos especificados na Lei, prevejam a utilização da areia descartada de fundição.

“O governador Ratinho Júnior sancionou esta lei em maio do ano passado”, lembrou a deputada. “A utilização da areia descartada de fundição possibilita a economia de até 40% na implantação de tubulações de água e esgoto e de até 70% em algumas etapas da pavimentação, por exemplo”.

Economia

Além de proporcionar a economia de recursos naturais e financeiros do Estado, e de ser ecologicamente correta, a iniciativa ajuda a baratear a cadeia de produção das próprias indústrias de fundição, que são bastante afetadas pelo custo do frete e pelas altas taxas para o descarte nos aterros sanitários.

Na outra ponta, a ADF é um insumo valioso para a indústria da construção civil. “Todo mundo sai ganhando. Já está na hora de adotarmos essa técnica. Por isso o apelo ao Governo do estado para que inclua em todos os editais”, concluiu.

 

fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná

imagem: Orlando Kissner/Alep

A parlamentar enviou um requerimento aos secretários estaduais de Infraestrutura e Logística e da Administração para que cumpram as disposições previstas na Lei Estadual 21.023/2022, de sua autoria.

A deputada estadual Maria Victoria (PP) se mobilizou para tirar do papel a Lei Estadual 21.023/2022, de sua autoria, que estabelece a utilização de areia descartada de fundição (ADF) na pavimentação, na produção de concreto e argamassa para artefatos de concreto, de telhas e peças de cerâmica, assentamento de tubulações em obras de pavimentação e na cobertura diária de aterros sanitários, entre outras obras e equipamentos.

A parlamentar apresentou requerimento, nesta quarta-feira (29), aos secretários estaduais da Infraestrutura e Logística, Fernando Furiatti, e da Administração, Elisandro Frigo, para que todos os editais de obras públicas no Paraná, nos casos especificados na Lei, prevejam a utilização da areia descartada de fundição.

“O governador Ratinho Júnior sancionou esta lei em maio do ano passado”, lembrou a deputada. “A utilização da areia descartada de fundição possibilita a economia de até 40% na implantação de tubulações de água e esgoto e de até 70% em algumas etapas da pavimentação, por exemplo”.

Economia

Além de proporcionar a economia de recursos naturais e financeiros do Estado, e de ser ecologicamente correta, a iniciativa ajuda a baratear a cadeia de produção das próprias indústrias de fundição, que são bastante afetadas pelo custo do frete e pelas altas taxas para o descarte nos aterros sanitários.

Na outra ponta, a ADF é um insumo valioso para a indústria da construção civil. “Todo mundo sai ganhando. Já está na hora de adotarmos essa técnica. Por isso o apelo ao Governo do estado para que inclua em todos os editais”, concluiu.

 

Fonte: Assembleia Legislativa do Estado do Paraná

Foto: Orlando Kissner/Alep

Projeto de lei da deputada Maria Victoria (PP) foi sancionado pelo governador Ratinho Júnior (PSD) durante a inauguração da Pirâmide Solar do Caximba, evento em comemoração aos 330 anos de Curitiba

O governador Ratinho Jr (PSD) sancionou nesta quarta-feira (29) o projeto de lei 294/2022, de autoria da deputada Maria Victoria (PP), que reconhece Curitiba como a capital dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). A assinatura foi realizada, na presença do prefeito Rafael Greca (PSD), durante a inauguração da Pirâmide Solar do Caximba, evento em comemoração aos 330 anos de Curitiba.

Maria Victoria explicou que Curitiba foi avaliada como a capital mais sustentável do Brasil, por meio dos Índices de Desenvolvimento Sustentável das Cidades.

“Curitiba é referência em energia limpa, inovação, consumo e produção sustentável e na ação contra as mudanças climáticas globais”, disse.

Também participaram do evento os deputados estaduais Alexandre Curi (PSD), Márcia Huçulak (PSD) e Luis Corti (PSB).

“A ideia deste título é reafirmar o nosso compromisso diário em seguir transformando Curitiba em uma cidade planejada, pensada, inovadora e atraente para investimentos”, pontuou Maria Victoria.

“Curitiba é vista pelo mundo como uma cidade extremamente inovadora, com a implantação de projetos pioneiros em todas as áreas, da mobilidade ao meio ambiente. A Pirâmide Solar é uma demonstração que ela consegue achar soluções para aquilo que era um problema para a cidade, como era o Aterro do Caximba”, afirmou o governador Ratinho Jr.

ÍNDICES – A avaliação, publicada no site www.cidadessustentaveis.org.br, levou em consideração dados de 770 municípios brasileiros – incluindo as 26 capitais (exceto Brasília) e cidades das regiões metropolitanas. Curitiba foi a única capital – bem como a única cidade com mais de 500 mil habitantes – a se classificar.

“É mais um estímulo para Curitiba e a todas as cidades paranaenses redobrarem os esforços para atingirem as metas de desenvolvimento sustentável definidas pela ONU”.

PIRÂMIDE – Com cerca de 8,6 mil painéis fotovoltaicos instalados no antigo aterro sanitário de Curitiba, desativado em 2010, a Pirâmide Solar da Caximba tem potencial se abastecer 30% dos prédios públicos da prefeitura. Foram investidos R$ 28 milhões por meio de uma parceria internacional.

O prefeito Rafael Greca destacou o caráter sustentável e a economia do projeto idealizado por ele, ainda em 2012. “Nós estamos vendo um lugar que antes era passivo ambiental transformado em um ativo ambiental, um exemplo para o Brasil e também uma lição que Curitiba dá ao futuro da humanidade”, disse.