A deputada Maria Victoria (PP) comemorou a notícia do início da oferta no SUS de um exame genético inovador para o diagnóstico de doenças e síndromes raras. O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (26).

“Essa é uma conquista que muda a vida das famílias raras. O diagnóstico precoce garante o tratamento adequando e no tempo certo, e mais qualidade de vida para as pessoas e famílias com doenças raras”, afirma a deputada.
O Sequenciamento Completo do Exoma analisa regiões do DNA onde se concentram a maioria das mutações genéticas, a partir de amostras de sangue ou saliva. A tecnologia permite confirmar até 90% dos casos que necessitam de laudo especializado.
Segundo o Ministério, o exame pode custar até R$ 5 mil na rede privada e será disponibilizado gratuitamente pelo SUS.
Maria Victoria, que é autora de leis estaduais voltadas à conscientização sobre doenças raras e há mais de uma década atua na defesa da causa, reforçou que a ampliação do acesso ao diagnóstico é um dos pilares das políticas públicas para o setor.
“Desde 2015, lutamos para que o Paraná e o Brasil avancem no diagnóstico precoce, na ampliação do teste do pezinho e no acesso a tratamentos mais modernos.”, reforça a deputada.
PARANÁ – O Paraná está entre os 11 Estados contemplados no projeto-piloto do Ministério da Saúde. As coletas serão realizadas no Hospital Pequeno Príncipe em Curitiba e as amostras serão enviadas para dois laboratórios públicos no Rio de Janeiro: o Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e a Fiocruz.
“O Paraná contar com um ponto de coleta no Hospital Pequeno Príncipe, que é referência há décadas na causa, é motivo de orgulho. Isso encurta caminhos, aproxima o cuidado das famílias e fortalece a rede de atenção às doenças raras”, salienta a deputada Maria Victoria.
MAIS – O exame também contribui para a confirmação diagnóstica de doenças identificadas no teste do pezinho, como fibrose cística, fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e hiperplasia adrenal congênita.
Além do novo exame, o Ministério da Saúde anunciou a ampliação de 120% da rede especializada do SUS voltada ao tratamento de doenças raras.
O Fevereiro Lilás, mês de conscientização sobre as doenças raras, terá dois importantes momentos de mobilização neste fim de semana: uma caminhada na manhã de sábado (28), em Curitiba e outra na manhã do domingo (1/3), em Maringá.

As ações reúnem famílias, pacientes, entidades, profissionais e apoiadores da causa para ampliar a visibilidade do tema e fortalecer a luta por direitos, acesso ao diagnóstico e tratamento adequado.
A deputada estadual Maria Victoria (PP), uma das principais referências na defesa da causa no Paraná, reforça o convite para as caminhadas e destaca que a conscientização da sociedade é essencial para avançar em políticas efetivas.
“Convidamos a população de Curitiba e de Maringá a participar desse momento especial de união e conscientização sobre as doenças raras. Cada passo que damos juntos fortalece a luta por diagnóstico precoce, tratamento adequado, inclusão e mais direitos para os raros e raras”, afirma a deputada, que é autora da lei que instituiu o Dia Estadual de Conscientização das Doenças Raras (Lei nº 18.646/2015), atualizada pela Lei nº 19.426/2018, que estabeleceu o Fevereiro Lilás no Paraná.
CURITIBA – A tradicional caminhada do Fevereiro Lilás em Curitiba é organizada pela Aliança Paranaense de Doenças Raras com o apoio de diversas entidades. A concentração começa às 8h30, em frente à Associação Comercial do Paraná na Rua XV. Após a caminhada haverá uma mobilização na Praça Osório com as associações, entidades e voluntários em favor da causa.
MARINGÁ – Em Maringá, a caminhada é realizada pela Prefeitura, por meio da secretaria da Criança e do Adolescente. A concentração está marcada para 9h, no Auditório do Teatro LuzAmor em frente ao Parque do Ingá.
As caminhadas fazem parte da programação do mês e têm como objetivo sensibilizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce, da inclusão, do acolhimento às famílias e da continuidade dos tratamentos, além de dar visibilidade às demandas de quem convive com condições raras.
SERVIÇO:
Curitiba – Caminhada Fevereiro Lilás
Sábado: 28/2
Rua XV (Centro)
Concentração às 8h30 em frente à Associação Comercial do Paraná (ACP)
Saída para a caminhda: 9h
Maringá – Caminhada Fevereiro Lilás
Domingo: 1/3
Concentração às 9h no Teatro LuzAmor, Em frente ao Parque do Ingá
Saída para a caminhda: 9h30
A Assembleia Legislativa do Paraná realizou, nesta segunda-feira (23), uma sessão solene em alusão ao Fevereiro Lilás, mês destinado à conscientização sobre doenças e síndromes raras. A iniciativa foi da segunda-secretária da Assembleia, deputada Maria Victoria (PP), autora da lei que instituiu o Dia Estadual de Conscientização das Doenças Raras (Lei nº 18.646/2015), atualizada pela Lei nº 19.426/2018, que estabeleceu o Fevereiro Lilás no Estado. O objetivo foi valorizar médicos, pesquisadores, profissionais da saúde e da educação, além de entidades e associações que se destacam na luta por mais direitos para pessoas e famílias com doenças raras.

Durante o período do Fevereiro Lilás, são realizadas ações para sensibilizar a população paranaense a respeito dos tipos de doenças existentes, seus sintomas, tratamentos e diagnósticos e, principalmente, para estimular a inclusão no Paraná. A campanha deste ano tem o slogan “Raros no diagnóstico, imensos na coragem”.
A deputada estadual Maria Victoria afirmou que o Paraná decidiu transformar a causa das doenças raras em política pública permanente. “Em fevereiro, o Paraná se veste de lilás, mas não por estética. O lilás é sinal de esperança e perseverança. Somos raros, mas somos muitos”, declarou. Ela lembrou que, desde 2015, quando foi instituído o Dia Estadual de Conscientização das Doenças Raras, já foram aprovadas 11 leis voltadas às famílias e seis projetos seguem em tramitação. “São iniciativas para reduzir a burocracia, ampliar a conscientização e acelerar diagnósticos e tratamentos”, destacou, citando ainda a ampliação do Teste do Pezinho e a criação da Ala de Genética e Doenças Raras do Hospital da Criança de Maringá como avanços concretos.
A segunda-secretária da Assembleia também anunciou a proposta do Estatuto da Pessoa com Doença Rara e fez um convite à sociedade. “A minuta está aberta para contribuições. Participem da consulta pública e enviem suas sugestões. A lei mais justa é aquela construída por quem vive essa realidade”, disse. “Conscientizar é encurtar o caminho até o diagnóstico, preparar a escola para incluir e fortalecer a rede de atendimento”, complementou.
A deputada Cloara Pinheiro (PSD) também participou. “Eu tive uma filha que tinha uma doença rara, o retinoblastoma. Então, quando você fala em doenças raras, eu senti na pele. Por isso estou sempre junto com a Maria Victoria nesse tema, que é tão forte e merece todo o nosso respeito e trabalho”.
Cida Borghetti, ex-governadora do Paraná, destacou o esforço diário das famílias e enalteceu a iniciativa de legislar, abrir espaço para discussão e promover a inclusão do tema. Ricardo Barros, deputado federal, elogiou o evento e desejou união para cuidar de todos que precisam de atenção especial.
“A cor lilás é uma bandeira, é um símbolo de resiliência, resiliência a todas as dificuldades que vêm sendo enfrentadas de forma adequada pela Assembleia Legislativa. É uma honra para o Ministério Público do Paraná ombrear com essa instituição em uma luta tão nobre”, destacou Angelo Mazzucchi Ferreira, promotor de saúde pública.
Alexandre Augusto Botarelli César, presidente da Federação das Apaes do Paraná, disse que é muito importante quando se socializa o problema. “São raros, mas são muitos. Então é muito importante que a sociedade, todas as pessoas, entendam a importância e participem das ações e do auxílio na busca de políticas públicas”.
“Ninguém escolhe ter uma doença rara. Ninguém escolhe ter um tratamento caro. Equidade é ter acesso igual ao tratamento. Dessa forma, conseguimos alcançar a justiça”, disse Salmo Raskin, médico geneticista.
Rogério Carboni, secretário do Desenvolvimento Social e da Família do Paraná, destacou a política do cuidado, a sintonia fina e a atenção às pessoas que mais precisam. “Vejo aqui pessoas comprometidas, que trabalham com excelência e se dedicam à inclusão e ao atendimento das pessoas que mais precisam. Quero transmitir aqui, em nome do governador Ratinho Jr., nosso agradecimento e reconhecimento ao trabalho de vocês em prol da causa das doenças raras”.
Participaram também Amália Tortato, secretária de Desenvolvimento Humano de Curitiba; Ágide Fernando Meneguette, presidente da FAEP (Federação da Agricultura do Estado do Paraná); Matheus Munhoz, defensor público-geral do Paraná; Romualdo Gama, presidente do CRM-PR; e André Luiz Mikilita Mira, representante da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe).
Homenageados
Charleston Junior, estudante de Direito da UFPR (Universidade Federal do Paraná), representou os 32 homenageados da solenidade. “Estou aqui para prestigiar esse evento e estou muito grato pelo convite e honrado. É algo único na vida. É extremamente importante sempre debater esse tema para que possamos ter mais políticas públicas para ajudar todas as pessoas que passam por essa situação. E esse convite para estar aqui é incrível, porque estou mostrando que, sim, é possível uma pessoa com deficiência estudar em uma universidade federal e concluir o curso”, disse Junior, que possui distrofia muscular de Duchenne.
Ele também contou seu sonho. “Meu sonho é estar presente aqui um dia, não em um evento, mas trabalhando aqui, lutando politicamente pela causa das pessoas com deficiência e das doenças raras”.
Exposição
Além da sessão solene, também foi iniciada uma exposição sobre o tema no Espaço Cultural da Assembleia. Ficarão expostos, até o dia 27 deste mês, materiais de divulgação sobre doenças e síndromes raras e sobre o trabalho executado pela Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe) no diagnóstico dessas doenças, por meio da triagem neonatal (teste do pezinho), e nas escolas de educação especial.
A Assembleia Legislativa do Estado do Paraná realiza, na próxima segunda-feira (23), uma sessão solene em homenagem a médicos, pesquisadores, profissionais da saúde e da educação, além de entidades e associações que se destacam na luta por mais direitos para pessoas e famílias com doenças raras.
A iniciativa é da deputada estadual Maria Victoria (PP) e integra a programação oficial do Fevereiro Lilás, mês de conscientização sobre doenças raras no Paraná.

“Vamos ouvir as demandas das famílias, trocar informações e nos atualizar sobre pesquisas e avanços, mas, acima de tudo, é o momento de reconhecimento público a quem atua diariamente no diagnóstico, tratamento, acolhimento e inclusão de pessoas e famílias com doenças raras”, afirma a deputada.
Maria Victoria é autora da lei que instituiu o Dia Estadual de Conscientização das Doenças Raras (Lei nº 18.646/2015), atualizada pela Lei nº 19.426/2018, que estabeleceu o Fevereiro Lilás no Estado. A campanha deste ano tem o slogan: “Raros no diagnóstico, imensos na coragem”.
“Fomos a primeira Assembleia Legislativa a legislar sobre o tema. Iniciamos esse debate há 11 anos, em 2015, para garantir mais visibilidade às crianças e às pessoas com doenças raras e suas famílias, além de construir políticas públicas mais eficientes no Estado”, recorda Maria Victoria.
Desde então, a Assembleia Legislativa aprovou 11 leis de autoria da deputada com o objetivo de acelerar tratamentos, facilitar diagnósticos, incentivar a inclusão, conscientizar a população e melhorar a qualidade de vida de pessoas com doenças raras.
Estatuto
Há outros seis projetos de lei da parlamentar em tramitação na Casa. O mais recente é o Estatuto da Pessoa com Doença Rara (PL 37/2026). A proposta reúne princípios para acelerar diagnósticos, garantir tratamento adequado, assegurar inclusão e fortalecer os direitos de quem tem doença rara.
A minuta está disponibilizada no site da Assembleia Legislativa para análise, considerações e sugestões. “Antes de avançarmos com a tramitação do Estatuto, queremos que as pessoas que têm doenças raras, seus familiares, médicos, pesquisadores, associações e entidades nos ajudem a aprimorar o texto”, afirmou.
A minuta do Estatuto da Pessoa com Doença Rara pode ser acessada pelo link (https://consultas.assembleia.pr.leg.br/#/proposicao). Basta procurar pelo Projeto de Lei nº 37/2026. As sugestões devem ser enviadas pelo e-mail (depmariavictoria@assembleia.pr.leg.br) e/ou pelo celular (41) 9 9695-8369 (WhatsApp).
Exposição
Também será aberta uma exposição sobre o tema no Espaço Cultural da Assembleia. O local receberá materiais de divulgação sobre doenças e síndromes raras e sobre o trabalho executado pela Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (Fepe) no diagnóstico dessas doenças, por meio da triagem neonatal (teste do pezinho), e nas escolas de educação especial.
Caminhada
No dia 28 (sábado), ocorrerá a tradicional caminhada do Fevereiro Lilás na Rua XV de Novembro, no Centro de Curitiba.
A mobilização, organizada por entidades que formam a Aliança Paranaense de Doenças e Síndromes Raras, reunirá pessoas com doenças raras, familiares, profissionais de saúde e representantes de diversas instituições.
Doenças Raras
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), doença rara é aquela que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. O número exato de doenças raras não é conhecido, mas estima-se que existam entre 6 mil e 8 mil tipos diferentes em todo o mundo. Hoje, cerca de 13 milhões de brasileiros têm diagnóstico de doença rara, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Geralmente, as doenças raras são crônicas, progressivas e incapacitantes, podendo ser degenerativas e também levar à morte, afetando a qualidade de vida das pessoas e de suas famílias.
Além disso, muitas delas não possuem cura, de modo que o tratamento consiste em acompanhamento clínico, fisioterápico, fonoaudiológico, psicoterápico, entre outros, com o objetivo de aliviar os sintomas ou retardar seu aparecimento.
A deputada estadual Maria Victoria (PP) anunciou nesta semana o início das obras para instalação de novos pontos de ônibus nos municípios de Paranacity e Campina da Lagoa.

Segundo a deputada, os investimentos são resultado da parceria entre o Governo do Estado e as prefeituras municipais para melhorar a infraestrutura urbana e oferecer mais qualidade aos usuários do transporte coletivo.
“É mais um resultado da parceria com o Governo Ratinho Júnior e com as prefeituras paranaenses. São investimentos que garantem mais conforto e segurança para a população que utiliza o transporte público diariamente”, afirma Maria Victoria.
Ao todo, estão sendo investidos R$ 250 mil pelo Governo do Estado, a partir de emenda da deputada. Em Paranacity, serão instalados 10 novos pontos de ônibus, com investimento de R$ 100 mil. Já em Campina da Lagoa, serão implantados 15 novos abrigos, somando R$ 150 mil em recursos.
A deputada estadual Maria Victoria (PP) elogiou a entrada em vigor da Lei Desenrola Maringá (lei complementar nº 1.514) para modernizar o sistema de licenciamento, reduzir a burocracia e acelerar abertura e regularização de empresas na cidade.

A nova legislação, de autoria da vereadora Majô (PP) e sancionada pelo prefeito Silvio Barros (PP), promove uma ampla revisão nas regras de concessão de alvarás e no enquadramento das atividades econômicas, facilitando a vida de empreendedores e fortalecendo o ambiente de negócios da cidade.
“Quando o poder público reduz entraves e passa a confiar em quem quer empreender, toda a sociedade ganha. Menos burocracia significa mais empresas abertas, mais empregos, mais renda e uma economia mais dinâmica”, afirmou a deputada Maria Victoria.
“Maringá mais uma vez se posiciona como referência em gestão moderna e incentivo ao empreendedorismo”, acrescentou a deputada.
IMPACTO – Após a entrada em vigor da nova legislação, cerca de mil processos de licenciamento foram liberados automaticamente, reduzindo filas e dando agilidade à atividade econômica.
A deputada reforçou que políticas públicas de desburocratização e incentivo à liberdade econômica são fundamentais para atrair investimentos e manter o município entre os melhores ambientes de negócios do país.
“Maringá é um polo econômico da região. Quando a cidade cresce, investe e gera empregos, o impacto positivo se espalha por toda a região. Facilitar a vida de quem empreende é estimular inovação, renda e oportunidades para milhares de famílias”, pontuou a parlamentar.
Para o prefeito Silvio Barros, a nova legislação representa uma mudança de postura do poder público em relação ao empreendedor. “Estamos dando um passo importante para tornar Maringá um ambiente de negócios mais amigável, em que a Prefeitura seja parceira e não um obstáculo. A lógica agora é confiar em quem empreende, permitir que o negócio funcione e fiscalizar depois, sem travar o desenvolvimento”, afirmou.
Segundo a vereadora Majô, o Desenrola Maringá é resultado de um trabalho coletivo e contínuo de enfrentamento à burocracia. “Foram mais de doze meses de diálogo com contadores, empreendedores, secretarias e órgãos técnicos. A desburocratização hoje se materializa em uma lei que moderniza processos, integra sistemas e coloca Maringá no mesmo nível, ou acima, de referências estaduais”, destacou.
LEGISLAÇÃO – Entre os principais pontos da nova lei estão a ampliação do número de atividades consideradas de baixo risco, a criação do alvará imediato, a redução de vistorias presenciais e, em muitos casos, a dispensa do alvará para atividades simples.
Além disso, a legislação permite que negócios de baixo risco iniciem funcionamento apenas com a assinatura de um termo de responsabilidade, ficando sujeitos à fiscalização posterior.
Outro avanço é o procedimento simplificado para empreendedores que assumirem imóveis já licenciados para o mesmo tipo de atividade, evitando repetição de processos e atrasos na abertura das empresas.
A deputada estadual Maria Victoria (PP) participou, na segunda-feira (2), da Assembleia Geral do Sistema FAEP e reforçou o apoio aos produtores rurais paranaenses. O evento reuniu lideranças rurais de todas as regiões do Paraná e parlamentares ligados ao setor para fazer um balanço das ações realizadas em 2025 e alinhar estratégias para 2026.

Maria Victoria agradeceu o apoio do setor, destacou que mantém o gabinete de portas abertas para a construção de políticas públicas eficientes voltadas ao desenvolvimento do campo e elogiou a gestão do presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette, à frente da entidade.
“O Ágide Eduardo está fazendo um trabalho maravilhoso, com sabedoria e discernimento. É um orgulho ver essa atuação firme em defesa do agro”, afirmou. “Quando o agro vai bem, o Paraná inteiro anda para frente. O Paraná é forte porque o campo é forte”, acrescentou Maria Victoria.
A deputada também ressaltou a mobilização da FAEP contra o aumento das custas cartoriais e o apoio a pautas sociais, como a campanha Fevereiro Lilás, de conscientização sobre doenças raras, além de projetos educacionais, como o Agrinho.
Articulação
Ao todo, mais de 110 participantes, representantes de dezenas de sindicatos rurais, participaram das discussões, que também contaram com a presença dos deputados federais Pedro Lupion (PP), Ricardo Barros (PP), Tião Medeiros (PP) e Sérgio Souza (MDB).
Na abertura do encontro, o presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette, destacou a importância da articulação permanente com o Legislativo.
“Esses deputados estão junto do Sistema FAEP e dos nossos sindicatos, ouvindo as demandas na ponta e nos ajudando em um momento de dificuldades para o agro”, afirmou.
Avanços
Meneguette ressaltou que 2025 foi um ano marcado por desafios, mas também por conquistas relevantes, reunidas no relatório anual entregue às lideranças.
Entre os principais avanços, destacou a derrubada do projeto que aumentaria de forma expressiva as custas cartoriais no Paraná. “Conseguimos travar e arquivar um projeto que previa aumento de até 532% para averbação sem valor econômico e de mais de 351% na emissão de certidões. Um impacto enorme para os produtores, especialmente em um período de dificuldades climáticas e renegociação de dívidas”, disse.
Outro ponto envolve a taxação da importação de tilápia e a retirada da proposta que classificava o peixe como espécie invasora. “Essa medida prejudicaria diretamente o Paraná, maior exportador de tilápia do Brasil e responsável por mais de 70% das exportações nacionais”, reforçou o presidente.
A crise no setor leiteiro também esteve no centro do debate como fator de preocupação. “Temos grande preocupação, principalmente porque a produção leiteira está presente nos 399 municípios do Paraná. Estamos trabalhando para buscar mecanismos de controle, mesmo sabendo que não é fácil. No Paraná, conseguimos implementar uma lei que proibiu a reconstituição de leite em pó e seus derivados importados no Estado”, afirmou Ágide.
A deputada estadual Maria Victoria (PP) destacou a parceria entre o Governo do Paraná e a Prefeitura de Maringá para a construção de duas unidades de pronto atendimento 24 horas na cidade. “Grande investimento que vai aprimorar o sistema de saúde da cidade e beneficiar milhares de famílias. Mais uma parceria com o governador Ratinho Júnior”, disse.

Na sexta-feira (30), a prefeitura recebeu repasse de R$ 17,9 milhões, por meio da Secretaria da Saúde. Do total de recursos, R$ 14 milhões serão destinados à construção de duas unidades de atendimento nas zonas Leste e Oeste de Maringá; outros R$ 3,9 milhões serão aplicados na aquisição de veículos para o setor.

As obras das Unidades de Pronto Atendimento terão início ainda neste semestre. A unidade 24 horas da Zona Oeste ficará localizada no Jardim Everest e a unidade do Jardim Leste no Bom Jardim.
O prefeito Silvio Barros explica que com as duas unidades a expectativa é de mais agilidade no atendimento e melhor organização dos fluxos assistenciais na rede municipal de saúde.
“Teremos atendimento 24 horas para a nossa população nessas duas novas Unidades de Pronto Atendimento, que conseguiremos entregar conforme compromisso assumido com a comunidade. Receberemos pacientes de urgência e emergência com ainda mais qualidade e agilidade, graças a essa parceria com o Governo do Estado e apoio dos parlamentares que representam nossa cidade e região”.
As novas unidades terão 812 m2 com sala de classificação de risco, sala de emergência, leitos de infusão de medicamentos, leitos de espera, isolamento, raio-x, consultório médico, consultório de assistência social, área para descanso médico, esterilização e outros equipamentos.
O secretário da Saúde, Beto Preto, ressaltou o salto de qualidade nos serviços de saúde com a implantação das duas novas Unidades de Pronto Atendimento.
“Maringá entra no nosso programa dos prontos atendimentos municipais. Liberamos 50 unidades no Paraná e agora mais duas para Maringá. Com isso, a cidade passará a contar com serviços de urgência e emergência mais bem preparados, fortalecendo a referência aos hospitais”.
O secretário de Saúde, Antônio Carlos Nardi, agradeceu a parceria com o Governo do Estado e a Secretaria de Estado da Saúde. “O mais importante é que vem o recurso, mas vêm também todos os projetos arquitetônico, hidráulico e elétrico, o que nos permitirá abrir o edital de licitação da construção. Isso acelera ainda mais a saúde e o acesso dos maringaenses aos serviços de urgência e emergência”, detalhou.
Ainda foram destinados para Maringá outros R$ 3,9 milhões para aquisição de 13 veículos para a Saúde, ampliando a capacidade operacional e logística do município com ambulâncias, ônibus, micro-ônibus, carros baixos e veículos utilitários.
Maria Victoria recebeu uma comitiva de Maringá liderada pelo prefeito Silvio Barros, que veio à capital debater novos investimentos e parcerias para a cidade. Na agenda reuniões com o governador Ratinho Júnior no Palácio Iguaçu, com a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Lídia Maejima e com o presidente da Ocepar, Jose Roberto Ricken.

Acompanharam as agendas a presidente da Câmara, vereadora Majô, o presidente da ACIM, José Carlos Barbieri, o presidente do CODEM, Michel Felippe Soares, chanceler da Unicesumar, Professor Wilson Matos e outras lideranças da cidade.
O Governo do Paraná autorizou na segunda-feira (26) a licitação para a pavimentação de ruas nos distritos de Tupinambá e Içara, em Astorga. O investimento é de R$ 6,7 milhões e vai transformar vias hoje de chão em ruas com asfalto, garantindo mais mobilidade e qualidade de vida para as famílias da região.

A assinatura foi realizada pelo secretário das Cidades, Guto Silva (PSD), com a prefeita Suzie Pucillo (PP) e a deputada estadual Maria Victoria (PP).
Maria Victoria afirmou que o anúncio do investimento é mais um resultado do trabalho conjunto entre Estado, Municípios e Assembleia. “Uma parceria que está permitindo obras de infraestrutura em todas as regiões, gerando empregos e melhorando a qualidade de vida dos paranaenses”, disse.

“Esse investimento em Astorga significa menos poeira e lama, mais dignidade e desenvolvimento para os moradores dos distritos de Tupinambá e Içara”, acrescentou Maria Victoria.
O secretário Guto Silva destacou o ritmo de investimentos do Paraná em infraestrutura urbana. “Os recursos para Astorga fazem parte do grande programa de urbanização que leva asfalto, calçada, iluminação em led. Um avanço importante para o futuro de Astorga”, disse Guto Silva
A prefeita Suzie Pucillo agradeceu ao Governo Ratinho Júnior mais um investimento na cidade. “Dessa vez vamos atender os distritos Tupinambá e Içara que ainda estão na poeira e na lama. Vamos levar qualidade de vida aos moradores”.
Também participaram do evento o deputado Soldado Adriano José (PP) e os vereadores Tiago do Gás (PP) e Tio Chico (PSD).