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Maria Victoria 11

A deputada estadual Maria Victoria (PP) participou, nesta quarta-feira (25), da inauguração da nova esmagadora de soja e da segunda maior planta de glicerina refinada do mundo, no complexo industrial do Grupo Potencial, na Lapa, Região Metropolitana. No evento, a empresa também anunciou mais R$ 6 bilhões em investimentos até 2030.

“Agradeço à família Hammerschmidt pelo compromisso de inovar com investimentos que geram empregos qualificados, novas tecnologias e desenvolvimento para a Lapa e toda a região”, afirmou a deputada, que também preside a Frente Parlamentar de Hidrogênio Renovável e Biocombustíveis.

“Estamos trabalhando com o setor de biocombustíveis para aumentar a mistura obrigatória de biodiesel no diesel de 15% (B15) para 20% (B20). A medida conta com o apoio da Faep, da FPA e das cooperativas e tem potencial de reduzir a dependência externa de combustíveis e de proteger o nosso agronegócio”, pontuou a deputada.

Ampliação

O novo ciclo de expansão do Grupo Potencial vai consolidar o complexo industrial paranaense como um dos mais avançados e integrados polos de agroenergia do mundo.

A estratégia tem como base o crescimento modular e a verticalização da cadeia produtiva, integrando esmagamento de soja, produção de biodiesel, etanol de milho, óleo degomado, DDGS, biogás e infraestrutura logística.

A projeção anual inclui a produção de até 1 bilhão de litros de etanol, 1,7 bilhão de litros de biodiesel, 500 milhões de litros de óleo degomado e 9 milhões de metros cúbicos de biogás, consolidando um modelo industrial integrado que conecta soja, milho e geração de energia renovável.

Ambiente  

O vice-governador Darci Piana ressaltou o ambiente favorável aos investimentos no Paraná. “Estamos apoiando os empresários que escolhem o Paraná, com programas como o Rota do Progresso, que incentiva a instalação de empresas em pequenos municípios e leva desenvolvimento para toda a região”, disse.

Segundo Carlos Eduardo Hammerschmidt, vice-presidente comercial, de relações institucionais e de novos investimentos do Grupo Potencial, o movimento representa uma mudança estrutural na escala e no posicionamento da companhia. Ele estava acompanhado do presidente do Grupo Potencial, Arnoldo Hammerschmidt.

“Estamos consolidando um modelo industrial totalmente integrado, que começa no campo e termina na geração de energia limpa. Essa verticalização nos dá eficiência, competitividade global e segurança de suprimento, além de ampliar nosso impacto positivo na economia brasileira”, afirmou.

Desde 2011, o Grupo Potencial participa do programa Paraná Competitivo, que concede incentivos fiscais, como a redução do ICMS, às empresas que investem ou ampliam seus negócios no Estado. “O Paraná Competitivo oferece condições que ajudam o empresário a se enraizar e investir no longo prazo. Quando há união entre governo estadual, município e iniciativa privada, conseguimos tirar grandes projetos do papel com mais eficiência e segurança”, frisou Hammerschmidt.

Próximos passos

Até o fim de 2026, estão previstos novos lançamentos, incluindo a terceira planta de biodiesel, a Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) em circuito fechado, a implantação de dutos para transporte de biocombustíveis e gás e iniciativas voltadas à meta de resíduo zero.

Apenas para o gasoduto, serão investidos R$ 300 milhões, sendo que R$ 100 milhões serão aportados pela Companhia Paranaense de Gás (Compagás). Atualmente, 95% de todos os resíduos gerados em suas operações já são reaproveitados.

Na etapa seguinte, prevista para 2028, o Grupo Potencial avançará na expansão da produção de etanol de milho, ampliando a diversificação energética e fortalecendo a integração da cadeia de agroenergia.

Com essa estrutura, o Grupo Potencial projeta um faturamento anual estimado em R$ 20 bilhões até 2030, impulsionado pela ampliação de escala, diversificação do portfólio e ganhos de eficiência industrial.

Presenças

Também participaram da solenidade o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi (PSD); o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex; o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; os deputados federais Pedro Lupion, Toninho Wandscheer, Sérgio Souza e Alceu Moreira (RS); o presidente da Compagás, Eudis Furtado; os deputados estaduais Hussein Bakri e Paulo Gomes; e o prefeito da Lapa, Diego Ribas.

A segunda-secretária da Assembleia, deputada estadual Maria Victoria (PP), afirmou que a construção do Hospital Pequeno Príncipe Norte, em Curitiba, é resultado de “diálogo, articulação e união em favor das crianças paranaenses”. O lançamento da pedra fundamental da nova unidade foi realizado no fim da tarde de segunda-feira (23).

A Assembleia Legislativa destinou R$ 20 milhões para a construção do Hospital, os recursos são da economia dos 54 deputados e deputadas estaduais. A obra também recebe recursos do Governo do Estado (R$ 20 milhões), de emenda da bancada federal (R$ 15 milhões), da Itaipu Binacional (R$ 15 milhões) e mais R$ 15 milhões de contrapartida do Hospital. São cerca de R$ 85 milhões em investimentos.

 “A construção do hospital é resultado de diálogo, articulação e união em favor das crianças paranaenses. Um investimento que vai reduzir filas e o tempo de espera e salvar vidas, ampliando o acesso a um atendimento moderno e humanizado”, afirmou Maria Victoria.

O presidente da Assembleia, Alexandre Curi, afirmou que o repasse para a obra foi possível graças à economia que o Legislativo Estadual realiza todos os anos. “Isso mostra a integração que existe entre o Governo do Estado, a Assembleia Legislativa e a nossa bancada federal. Os R$ 20 milhões são fruto da economia de todos os deputados estaduais, que no ano passado devolveram R$ 620 milhões ao Tesouro do Estado, com expectativa de devolver cerca de R$ 700 milhões neste ano”, disse.

UNIDADE – O novo hospital terá três pavimentos, com 7,7 mil metros quadrados de área construída. A estrutura contará com 36 leitos, seis salas cirúrgicas, 12 leitos de terapia infusional, consultórios e ambulatórios especializados. Os atendimentos serão realizados exclusivamente durante o dia, além de cirurgias eletivas de crianças e adolescentes.

O anúncio do início das obras contou com a presença do vice-governador Darci Piana. “Estamos investindo em diversos hospitais pelo Paraná e, por isso, não podíamos deixar de contribuir para uma unidade tão importante como essa que será construída na nossa capital”, afirmou.

O Hospital-Dia representa a primeira fase de um projeto maior de expansão do Complexo Pequeno Príncipe, que contará com hospital pediátrico de alta complexidade; novas sedes da Faculdades Pequeno Príncipe e do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que atualmente funcionam em espaços alugados; centro cultural; e jardim botânico. O objetivo é unir assistência à saúde, ensino, pesquisa científica, cultura e conservação ambiental.

O diretor corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, José Álvaro Carneiro, destacou que a construção da nova unidade é tão simbólica quanto a primeira. “O que chama a atenção é que nós temos 106 anos de história com alguns marcos importantes na infraestrutura do complexo e, ao longo desse tempo, conseguimos uma grande proeminência nacional na assistência à saúde das crianças, além do ensino e da pesquisa. Mas com uma estrutura que já não é mais condizente com o nível que alcançamos”, explicou.

HPP – Com 369 leitos, sendo 76 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o Hospital Pequeno Príncipe é o maior e mais completo hospital pediátrico do Brasil, com sua história iniciada há mais de 100 anos. Cerca de 80% dos seus atendimentos são feitos via Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2025, foram 258 mil atendimentos ambulatoriais, 20 mil procedimentos cirúrgicos e 308 transplantes.

A unidade é referência nacional em tratamentos de média e alta complexidade e realiza transplantes de rim, fígado, coração, ossos e medula óssea, além de atuar em 47 especialidades e áreas de assistência em pediatria, com equipes multiprofissionais. Reconhecido como hospital de ensino desde a década de 1970, já formou mais de 2 mil especialistas em diferentes áreas da pediatria.

PRESENÇAS – Participaram do evento os secretários estaduais Guto Silva (Cidades), Beto Preto (Saúde), Rafael Greca (Desenvolvimento Sustentável) e Luizão Goulart (Administração e Previdência); o secretário do Codesul pelo Paraná, Orlando Pessuti; os deputados federais Toninho Wandscheer e Ricardo Barros; os deputados estaduais Márcia Huçulak, Mabel Canto, Flávia Francischini, Fábio Oliveira e Ney Leprevost; prefeitos e demais lideranças.

A deputada estadual Maria Victoria (PP) participou nesta semana da inauguração da planta de hidrogênio renovável na unidade da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) em Araucária. O empreendimento, que recebeu investimento de aproximadamente R$ 120 milhões, representa um marco para a transição energética no Paraná e no Brasil.

Acompanhada do gerente-geral da planta, Vinicius Sant´Ana Pinto e do prefeito de Araucária, Gustavo Botogoski; Maria Victoria destacou o protagonismo do Paraná na agenda da energia limpa e lembrou que o Estado foi pioneiro na criação de uma legislação específica para o setor.

A deputada é autora da lei 21.454/2023 junto com os deputados Alexandre Curi (PSD) e Luis Corti (PSB), que instituiu incentivos a cadeia do Hidrogênio Renovável no Paraná. “Hoje é um dia histórico. O Paraná, que foi o primeiro estado do país a legislar sobre o hidrogênio renovável na Assembleia Legislativa, agora abriga essa planta de produção do combustível aqui em Araucária. Isso mostra que estamos no caminho certo, unindo inovação, sustentabilidade e desenvolvimento econômico”, afirmou durante a inauguração.

Potencial

Segundo a deputada estadual, o novo empreendimento reforça o potencial do Estado para atrair investimentos e gerar empregos de qualidade, além de contribuir diretamente para a descarbonização da indústria.

“São R$ 120 milhões em investimentos que significam mais empregos, renda e qualidade de vida para os paranaenses. É o Paraná inovando de forma sustentável e mostrando que é possível crescer com responsabilidade ambiental”, destacou a parlamentar, que também coordena a Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável e Biocombustíveis na Assembleia Legislativa.

Selene

Batizado de “Projeto Selene”, a unidade da CSN produz hidrogênio por eletrólise da água, processo que utiliza energia de fontes renováveis para separar o hidrogênio do oxigênio (sem emissões de carbono).

O gás produzido será utilizado na própria operação da empresa, contribuindo para a descarbonização industrial e a redução de custos energéticos. A capacidade de produção é de cerca de 700 toneladas de hidrogênio por ano, o que permite atender a demanda interna da unidade e parte das necessidades de energia da região.

Desenvolvimentos

A unidade da CSN se soma a planta de produção de hidrogênio renovável inaugurada em outubro do ano passado na Universidade Federal do Paraná (UFPR) em parceria com instituições públicas e privadas, e financiada pela Copel.

A planta no Centro Politécnico da UFPR produz hidrogênio renovável obtido a partir do biogás por rota seca (sem uso de água no processo). O combustível é gerado pela biodigestão de resíduos alimentares do restaurante universitário.

A deputada estadual Maria Victoria (PP) defendeu nesta semana o aumento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel de 15% (B15) para 20% (B20) como medida estratégica para reduzir a dependência externa de combustíveis fósseis e proteger o agronegócio diante das instabilidades no cenário internacional.

A proposta está sendo formalizada em um requerimento da Frente Parlamentar de Hidrogênio Renovável e Biocombustíveis que será encaminhado ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, com apoio de órgãos do Governo do Estado, empresas, entidades do setor produtivo e federações como Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep).

Durante pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (17), a deputada alertou para os impactos diretos dos conflitos no Oriente Médio sobre o abastecimento e os preços do diesel no Brasil.

“O Brasil importa cerca de 20% a 25% do diesel que utiliza. Isso nos torna reféns das crises internacionais. Precisamos agir com rapidez para proteger o nosso agronegócio, especialmente em período de safra”, afirmou a deputada que coordena a Frente.

De acordo com o requerimento apresentado pela Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável e Biocombustíveis, a ampliação da mistura de biodiesel é uma medida estratégica para fortalecer a segurança energética nacional e reduzir a vulnerabilidade externa do país.

Maria Victoria destacou que o Paraná reúne condições únicas para liderar esse avanço, com forte base agroindustrial, cooperativas de grande escala e capacidade instalada para produção de biocombustíveis.

“Nós temos aqui no Paraná todo o potencial para sermos independentes do ponto de vista energético. Temos matéria-prima, tecnologia e um setor produtivo organizado. O biodiesel pode ser um grande motor de desenvolvimento”, disse.

A deputada também ressaltou que países como Estados Unidos e nações europeias já operam com misturas mais elevadas de biocombustíveis, demonstrando viabilidade técnica e econômica da medida.

Impacto

De acordo com o documento da Frente, a proposta de elevação para o B20 tem potencial para gerar efeitos positivos em toda a cadeia produtiva, incluindo: estímulo ao agronegócio e à agroindústria; geração de empregos e renda; redução da dependência de diesel importado; avanço nas metas de descarbonização e transição energética.

Maria Victoria reforçou que a medida é urgente diante do cenário global. “Estamos falando de uma solução concreta, disponível e que gera emprego, renda e desenvolvimento. O Paraná e o Brasil não podem perder essa oportunidade”.

Mobilização

O requerimento reúne apoio de lideranças do setor energético, industrial e agropecuário, incluindo representantes de empresas, órgãos técnicos e entidades nacionais.

“Essa é uma construção coletiva. Estamos unindo governo, federações, cooperativas e especialistas para garantir segurança energética, competitividade e mais qualidade de vida para os paranaenses.”, pontuou a deputada.

A Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável e Biocombustíveis da Assembleia Legislativa do Paraná promoveu um encontro hoje (17), no Auditório Legislativo, para debater os impactos geopolíticos da guerra do Oriente Médio no mercado de commodities e o papel estratégico do Paraná. Como resolução, o grupo de trabalho vai encaminhar um ofício ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, solicitando o aumento da mistura de biodiesel de 15% para 20% no diesel, uma vez que já há falta do combustível no mercado, e também para estimular a transição energética. A reunião foi conduzida pela presidente da Frente, deputada Maria Victoria (PP).

Em sua fala de abertura, a deputada Maria Victoria afirmou que o tema é hoje um dos mais relevantes para o momento econômico do Paraná, especialmente diante do cenário internacional e das discussões globais sobre segurança energética. Segundo ela, o Estado já desponta como protagonista graças à forte produção de soja e milho, matérias-primas essenciais para os biocombustíveis, e deve ganhar ainda mais destaque com a divulgação, prevista para outubro, na Alemanha, do novo mapa mundial da transição energética durante a COP.

A parlamentar também alertou para os impactos da guerra no abastecimento de combustíveis, especialmente o diesel, e defendeu a ampliação da mistura de biodiesel como estratégia para reduzir a dependência externa. “Talvez seja o assunto mais importante pertinente do momento econômico do Estado do Paraná. Precisamos antecipar a mistura para 20% de biodiesel no diesel para nos colocar em uma posição significativa na economia mundial”, afirmou.

Maria Victoria destacou ainda que o Paraná possui grande potencial na produção de etanol e pode ampliar sua liderança no setor de combustíveis sustentáveis, gerando emprego e renda. A deputada informou que a Frente Parlamentar pretende discutir medidas concretas, incluindo a apresentação de requerimento solicitando a antecipação dessa ampliação da mistura. “Queremos utilizar todo o potencial do Paraná para sermos, de fato, protagonistas no mundo em transição energética”, declarou, acrescentando que o Estado já é referência internacional, inclusive para os Estados Unidos na adoção de fontes renováveis e na substituição de combustíveis fósseis.

O vice-presidente do Grupo Potencial, Carlos Eduardo Hammerschmidt, destacou a importância de ampliar o debate sobre a transição energética no Paraná, especialmente por meio da Frente Parlamentar do Hidrogênio da Assembleia Legislativa, que passou a contemplar também os biocombustíveis.

Segundo ele, o atual cenário internacional de instabilidade, com conflitos no Oriente Médio afetando rotas estratégicas por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, evidencia a vulnerabilidade energética global. “O biocombustível tem fundamental importância para complementar a cadeia energética. O Brasil está preparado para aumentar o percentual de mistura de biodiesel ao diesel, que é o principal combustível do transporte e do agronegócio”, afirmou. “Segurança energética é segurança geopolítica. Nós podemos ter isso para nós e ainda fornecer isso para outros países”, contribuiu Patricia Arantes de Paiva Medeiros, da Sociedade Rural Brasileira.

Hammerschmidt também ressaltou que os avanços tecnológicos já permitem aplicações mais amplas, como ônibus movidos integralmente a biodiesel, capazes de reduzir custos para os municípios em um momento de incerteza econômica internacional. Para ele, o Paraná reúne condições estratégicas para liderar esse processo por ser um dos maiores produtores de grãos do país. “Sendo o segundo maior produtor de grãos do Brasil, precisamos debater o incentivo à industrialização dentro do Estado. Ao industrializar milho e soja aqui, geramos valor, riqueza, empregos e independência energética”, defendeu, acrescentando que a produção local de biocombustíveis pode proteger a economia paranaense dos impactos de crises externas e oscilações no preço do petróleo. Outro ponto alertado por ele é a possibilidade de subida dos preços dos fertilizantes, o que afeta muito o agro paranaense.

Donizete Tokarski, diretor-superintendente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), apontou para a necessidade de os biocombustíveis serem vistos como política de Estado. “Nossa sugestão é que elaborem um mapa do caminho da transição energética do Paraná, fazendo com que o Paraná seja o primeiro a apresentar esse caminho. Também é importante trazermos para essa discussão a agricultura familiar. Hoje são 40 mil produtores que estão de alguma forma envolvidos no selo do biocombustível social, e isso pode aumentar ainda mais. São muitas oportunidades”, sugeriu.

O prefeito de Toledo, Mário Costenaro, ressaltou a relevância de promover o debate sobre transição energética na Assembleia Legislativa em um contexto internacional marcado por conflitos e incertezas. Segundo ele, o momento evidencia não apenas a necessidade de evoluir na geração e no consumo de energia, mas também de transformar desafios ambientais em soluções sustentáveis.

“Estamos em um momento em que essa transição energética se mostra muito oportuna. Para municípios como Toledo e toda a região Oeste, que têm forte produção de proteína animal, existe um grande potencial de transformar passivos ambientais em novas oportunidades, gerando energia e um ambiente mais sustentável”, afirmou. Toledo possui o maior VBP (Valor Bruto de Produção) Agropecuária do Paraná há 12 anos, atualmente na casa de R$ 4,72 bilhões.

Gás

Rafael Lamastra Junior, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado, destacou que já há uma transição energética avançada no Brasil e que é necessário pensar na adição energética, que foca em atender à demanda crescente com um mix de fontes, frequentemente mantendo fósseis para garantir a segurança energética.

“O Brasil tem uma reserva de gás muito grande e precisamos deixar de depender do diesel importado, que representa 25%. Outra alternativa que precisamos avançar no Paraná é a inclusão do gás natural no projeto de sistemas de incentivo à construção de data centers no Paraná, também da deputada Maria Victoria”.

Eudis Furtado Filho, presidente da Compagas, explicou que alguns de seus clientes estão preocupados com o desabastecimento, cuja possibilidade, segundo ele, hoje é quase zero.

Com relação aos impactos inflacionários, Furtado explicou que eles já estão pagando mais aos fornecedores, mas não repassaram essa conta para os consumidores da rede, o que deve acontecer no segundo semestre.

Ele também deu sugestões para o Brasil não ser tão afetado em situações como essa. “É o uso do biometano. Ele é precificado em reais e corrigido pelo IPCA. Mesmo que seja um pouco afetado, é bastante descorrelacionado com o dólar e outras oscilações do mercado internacional. No entanto, apesar de termos uma oferta de produção abundante de biometano, precisamos, aqui no Paraná, resolver a questão da demanda, incluindo o biometano na frota pesada, como caminhões e ônibus”.

Produtividade, sinergia e outras sugestões

Edward Borgo, presidente do Conselho Regional de Química do Paraná, atentou para a necessidade de estímulo à produção de etanol de milho, muito mais produtivo. “Uma tonelada de cana-de-açúcar produz entre 60 e 70 litros. Uma tonelada de milho, o valor é de 600 a 700 litros”.

Gustavo Possetti, gerente de pesquisa e inovação da Sanepar, ressaltou o poder de sinergia entre os órgãos públicos, privados e do setor produtivo em geral. “Efeitos de sinergia podem mutuamente se somar. Ao tratarmos a água e o esgoto, alguns resíduos surgem. Antes tratados como passivo, hoje são ativos. O lodo de esgoto vira fertilizante na agricultura. Esse mesmo lodo, processado, pode virar um fertilizante organomineral. Assim como essa sinergia pode ser positiva, como nesses exemplos, ela também pode ser negativa. Se esses resíduos não forem coletados, podem gerar eutrofização, por exemplo”, explicou. Ele colocou a empresa à disposição para novos projetos e parcerias.

Lucas Portela, da Associação Brasileira de Reciclagem Animal (Abra), alertou sobre a necessidade de atenção e proteção tributária às matérias-primas para a produção dos biocombustíveis, como o sebo bovino e o UCO (óleo de cozinha usado). “Precisamos desse estímulo para as matérias-primas, não somente para a produção do biocombustível”. Já Vitor Dalcin, CEO da Ambiental Santos Reciclagem de Óleo Vegetal, falou sobre os problemas de fiscalização em alguns setores, como o da reciclagem de óleo. Segundo ele, há um “exército de formiguinhas” fazendo a reciclagem irregular, gerando concorrência desleal para os empregadores legais e ocasionando perdas tributárias ao governo.

Vinicius Pinto, gerente-geral da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), falou sobre o projeto inovador da empresa, da planta de hidrogênio verde em sua unidade em Araucária. O projeto prevê a implantação de uma planta de hidrogênio produzido por eletrólise da água, processo que utiliza energia de fontes renováveis para separar o hidrogênio do oxigênio — sem emissões de carbono. O gás será utilizado na própria operação da empresa, contribuindo para a descarbonização industrial e a redução de custos energéticos. A previsão é que, entre agosto e setembro, já esteja sendo comercializado em todo o Paraná.

Participaram também o presidente emérito do Tecpar, Celso Kloss; Thiago Olinda, representando a Superintendência-Geral de Gestão Energética da Secretaria de Planejamento do Paraná; Gabriel Vieira, diretor de operações portuárias nos Portos do Paraná; Eduardo Marafon, presidente do Tecpar; Amauri Pyziak, assessor de assuntos corporativos da Volvo; e representantes da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP).

A Assembleia Legislativa do Paraná promove na próxima terça-feira (17) um debate sobre os impactos da geopolítica internacional no mercado de energia e de commodities.

O encontro, organizado pela Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável e Biocombustíveis, terá como tema “Impactos geopolíticos no mercado de commodities e o papel estratégico do Paraná” e reunirá parlamentares, empresários, especialistas e representantes do setor produtivo.

A coordenadora da Frente, deputada estadual Maria Victoria (PP), explica que a proposta é discutir como os conflitos internacionais, especialmente no Oriente Médio, estão impactando o cenário global de energia e quais oportunidades podem surgir para o Paraná no avanço dos biocombustíveis e das energias renováveis.

“Os conflitos internacionais afetam diretamente o mercado global de energia e combustíveis. O Brasil e o Paraná precisam estar preparados para transformar desafios em oportunidades, ampliando investimentos, elaborando ações e construindo novas políticas públicas”, afirma a deputada.

Segundo Maria Victoria, o Estado reúne condições estratégicas para liderar a transição energética no país, com uma matriz energética majoritariamente renovável, forte produção agropecuária e potencial para a produção de biocombustíveis, biogás e hidrogênio renovável.

“O Paraná tem uma combinação única de fatores: produção agrícola forte, matriz energética limpa e um ambiente institucional favorável à inovação. Isso nos coloca em posição privilegiada para conquistar novos mercados”, destaca.

Agenda

A Frente Parlamentar busca aproximar o Legislativo do setor produtivo, universidades e centros de pesquisa, estimulando políticas públicas e investimentos em energias renováveis e combustíveis de baixo carbono.

Entre as iniciativas debatidas nas reuniões anteriores estão projetos de inovação energética, pesquisas universitárias, investimentos em hidrogênio renovável e a integração entre governo, empresas e academia para desenvolver a nova economia energética no Estado.

De acordo com Maria Victoria, a transição energética deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a ser um tema de competitividade econômica e de segurança energética.

“A discussão sobre energia limpa e biocombustíveis hoje envolve soberania energética, segurança alimentar e desenvolvimento econômico. Por isso, precisamos acompanhar de perto as mudanças geopolíticas e preparar o Paraná para esse novo cenário”, afirma.

Frente Parlamentar

Coordenada pela deputada estadual Maria Victoria, a Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável e Biocombustíveis é formada pelos deputados Alexandre Curi (PSD), Fábio Oliveira (Novo), Luís Corti (PSB), Delegado Jacovós (PL), Flávia Francischini (União), Luiz Fernando Guerra (União), Matheus Vermelho (PP), Alisson Wandscheer (SD) e Cloara Pinheiro (PSD).

A reunião será realizada na próxima terça-feira (17), a partir das 9 horas, no Auditório Legislativo (Sala da Comissão de Constituição e Justiça).

A deputada estadual Maria Victoria (PP) afirmou nesta sexta-feira (13) que os investimentos de infraestrutura do Governo Federal e do Governo do Estado em Maringá vão “impactar toda a região, com novas oportunidades e desenvolvimento econômico”.

Na quinta-feira, o Governo Federal anunciou a ordem de serviço de construção da primeira etapa do Contorno Sul Metropolitano onde serão investidos R$ 409 milhões. Também confirmou R$ 118 milhões em parceria com a prefeitura para a licitação da ampliação e modernização do terminal de embarque do Aeroporto Regional de Maringá, além de R$ 10 milhões para instalação de novas tecnologias na Torre de Controle.

Na semana passada, o Governo do Estado inaugurou o novo Trevo do Catuaí que recebeu investimentos de R$ 50 milhões e está em licitação a duplicação em concreto do Contorno Sul de Maringá, que receberá R$ 450 milhões dos cofres estaduais.

“São obras que vão impactar Maringá e toda a região com a consolidação de novos eixos de desenvolvimento econômico, facilitando a vida dos moradores e empresários e criando oportunidades de negócios na cidade e no Noroeste”, afirmou Maria Victoria.

INTEGRAÇÃO – A deputada estadual agradeceu os investimentos realizados pelo Governo Federal e Governo do Estado e o trabalho integrado das bancadas de deputados federais e deputados estaduais junto à gestão da prefeitura e a sociedade civil organizada.

“É um trabalho de eficiência e resultados para garantir o crescimento e a competitividade do município nas próximas décadas. Maringá conquista grandes obras federais e estaduais por essa integração entre as forças políticas e a sociedade civil”, pontuou.

CONTORNO SUL METROPOLITANO – O Contorno Sul Metropolitano é uma obra considerada estratégica para a logística regional e segurança da população.  São 13 quilômetros de rodovia duplicada e com canteiro central, interligando a BR-376, na saída para Paranavaí, à Cidade Industrial, na região do Aeroporto.

Contorno Sul interligará os municípios de Maringá, Paiçandu, Sarandi e Marialva. A nova via também ajudará a desafogar o tráfego de veículos pesados das avenidas Colombo e Sincler Sambatti, além dos trechos urbanos das rodovias PR-317, PR-323 e BR-376.

AEROPORTO –  O investimento previsto para a reforma, ampliação e modernização do saguão é de R$ 118 milhões, sendo R$ 90 milhões do Ministério de Portos e Aeroportos e R$ 28 milhões de contrapartida do município.

Além disso, outros R$ 10 milhões serão destinados pelo ministério para a reforma e ampliação da torre de controle do Aeroporto. Com isso, o Aeroporto recebe R$ 128 milhões do Governo Federal para melhorias.

Entre as principais melhorias previstas, estão: três pontes de embarque, sala de embarque remota, novo estacionamento com capacidade para até 800 veículos e uma área intermodal de transporte, integrando táxis, aplicativos, vans, ônibus e locadoras de veículos.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por meio do Conselho de Ações Solidárias e Voluntariado, realizou nesta quinta-feira (12) mais uma entrega de doações ao Asilo São Vicente de Paulo, em Curitiba, em parceria com a Sanepar, dentro do Programa Tampinha Paraná. Desta vez, foram destinados aproximadamente 500 quilos de tampinhas plásticas arrecadadas por colaboradores da companhia e servidores da Casa, que serão convertidas em fraldas geriátricas para as idosas atendidas pela instituição.

A ação contou com a presença do diretor Fernando Guedes, da Diretoria de Meio Ambiente e Ação Social e da Coordenação do Voluntariado Corporativo da Sanepar, além do padre José Aparecido, gestor do asilo. Segundo os organizadores, a quantidade arrecadada equivale a cerca de 334 fraldas geriátricas.

A presidente do Conselho de Ações Solidárias e Voluntariado da Assembleia e segunda-secretária da Casa, deputada Maria Victoria (PP), destacou a importância da iniciativa. “Esse termo de cooperação técnica entre a Assembleia Legislativa, a Ação Social e a Sanepar realiza hoje a quinta entrega das tampinhas arrecadadas aqui na nossa capital. Essa união de todos em prol daqueles que mais precisam, daqueles que necessitam, é muito importante. Nós estamos aqui para dar o devido apoio e ajudar essas idosas.”

O padre José Aparecido agradeceu a parceria e destacou o impacto direto na rotina da instituição. “As fraldas geriátricas são um dos itens de maior consumo no asilo. Essa colaboração não só ajuda financeiramente, como mobiliza a comunidade em torno de uma causa social e ambiental”, disse.

“São 1.350 voluntários em todo o estado do Paraná, num universo de 6 mil empregados diretos que a Sanepar tem. É uma participação bastante expressiva e que tem feito muito sucesso”, destacou o diretor da Sanepar.

Convênio

Firmada em novembro de 2024, a parceria entre a Assembleia e a Sanepar para a implantação do Programa Tampinha Paraná tem vigência até novembro de 2026 e prevê entregas periódicas de materiais recicláveis para instituições sociais. Além das tampinhas de garrafas PET, podem ser doadas tampas plásticas de produtos de higiene, limpeza e alimentos, que são recolhidas em pontos de coleta instalados na Assembleia Legislativa e em unidades da companhia.

Além de tampinhas de garrafa PET, também podem ser doadas outras tampas plásticas utilizadas na cozinha (margarina, manteiga, requeijão, achocolatado, maionese, ketchup, temperos, leite e leite em pó); na área de serviço (amaciante, sabão líquido, água sanitária, álcool, desinfetante, eliminadores de odores em geral, lustra-móveis e detergente); em produtos de higiene (shampoo, condicionador, cremes de tratamento, hidratante, creme dental, acetona e sabonete líquido); além de tampas de lenço umedecido, talco, pomadas, remédios, canetas e canetinhas.

Na Assembleia, há coletores de arrecadação disponíveis para que funcionários e colaboradores possam fazer as doações.

A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou o projeto de lei (182/2019) que retira do Portal da Transparência informações sobre a lotação de mulheres que possuem medidas protetivas expedidas pela Justiça. O projeto, de autoria da deputada estadual Maria Victoria (PP), foi aprovado em primeira votação nesta terça-feira (10).

“A transparência é um princípio fundamental da administração pública, mas não pode se sobrepor ao direito à vida e à segurança das mulheres. Esse projeto garante que servidoras sob medida protetiva não tenham sua localização exposta, evitando que agressores utilizem essas informações para perseguição ou violência”, afirma Maria Victoria.

Pela proposta, as informações referentes ao local de trabalho dessas servidoras deixam de ser exibidas no portal enquanto estiver vigente a medida protetiva expedida pela Justiça.

A deputada Maria Victoria destaca a importância da medida, aprovada no Mês da Mulher, e explica que a exposição da lotação do local de trabalho de uma mulher sob risco iminente de violência pode significar a diferença entre a vida e a morte.

“Não podemos permitir que um instrumento de controle social se torne uma ferramenta de perseguição. A violência contra as mulheres, em especial o feminicídio, exige que o Estado aja de forma concreta para garantir a segurança”, pontua a deputada.

Com a nova lei, bastará à servidora pública apresentar a certidão expedida pelo Poder Judiciário comprovando a medida protetiva para que seus dados de lotação sejam retirados do Portal da Transparência.

Serviço

Mulheres que necessitem de medida protetiva podem acionar a Polícia Militar (190), a Polícia Civil, a Delegacia da Mulher, o Ministério Público ou a Defensoria Pública. O pedido também pode ser feito pelo Ligue 180, central nacional de atendimento à mulher em situação de violência.

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Alexandre Curi (PSD), e a segunda-secretária da Casa, deputada Maria Victória (PP), participaram nesta segunda-feira (9) de uma reunião com o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, e oficiais do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) para tratar da construção de um novo quartel na Regional Tatuquara, no extremo sul da capital.

A nova unidade vai reforçar o atendimento de emergência nos bairros Tatuquara, Caximba e Campo de Santana, uma das regiões que mais crescem em Curitiba. O quartel será viabilizado por meio de uma parceria entre o Governo do Estado, a Assembleia Legislativa e a Prefeitura de Curitiba.

De acordo com Curi e Maria Victoria, o Legislativo fará o repasse de R$ 15 milhões ao Estado para a implantação da unidade, enquanto a Prefeitura de Curitiba cedeu um terreno de 3 mil metros quadrados para a construção do quartel. “Essa é uma obra que nasce da união de esforços entre o Estado, a Assembleia e a Prefeitura de Curitiba. Quando as instituições trabalham juntas, quem ganha é a população”, afirmou Curi.

O presidente da Assembleia acrescentou que a iniciativa demonstra a importância da cooperação entre os poderes para atender às demandas da população. Ele destacou que, em Curitiba, é realizada a Assembleia nos Bairros, que está permitindo ouvir demandas da sociedade e encaminhar soluções em conjunto. “A boa relação entre o Legislativo estadual, o Governo e a administração da capital permite viabilizar investimentos importantes”, observou.

A deputada Maria Victoria destacou que se reuniu com o secretário estadual da Segurança Pública, coronel Hudson, há cerca de um ano, para apresentar a demanda da população do Tatuquara. “É uma antiga reivindicação dos moradores. Conseguimos os recursos com o presidente Alexandre Curi para essa construção tão importante, que vai salvar vidas”, afirmou.

Atendimentos

A Regional Tatuquara soma cerca de 103 mil habitantes — população superior à de 24 municípios paranaenses — e registra forte expansão urbana. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a presença de ocupações irregulares também aumenta a vulnerabilidade da região a incêndios e outras ocorrências. “O novo quartel representa um ganho muito grande para a região e para Curitiba”, afirmou o prefeito.

Atualmente, o atendimento é realizado pelos quartéis do Bairro Novo e da Cidade Industrial de Curitiba (CIC), que juntos concentram cerca de 23% de todos os atendimentos dos bombeiros na capital. Devido à distância e às condições de trânsito, o tempo de resposta às ocorrências na Regional Tatuquara varia hoje entre 17 e 35 minutos.

Com a implantação do novo quartel, a expectativa é reduzir esse tempo para até 10 minutos, padrão considerado referência internacional para atendimentos de emergência. A unidade contará com estrutura completa, incluindo guarnição de combate a incêndios e equipe do SIATE, ampliando a capacidade de resposta a acidentes, incêndios e atendimentos pré-hospitalares na região.

De acordo com o coronel Emerson José Guimarães Ferreira, comandante do 1º Comando Regional de Bombeiros Militar, a escolha do local é fundamental para ampliar a efetividade dos atendimentos. “Quanto mais estrategicamente os quartéis estiverem posicionados, menor será o tempo de resposta, o que, para nós, é muito importante”, explicou.