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Maria Victoria 11

A deputada estadual Maria Victoria (PP) protocolo o projeto de lei (PL 37/2026) que estabelece a minuta do Estatuto da Pessoa com Doença Rara. O documento reúne direitos, garantias e diretrizes para ampliar a proteção às pessoas com doenças raras e suas famílias no Estado.

A proposta passará pela análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nas próximas semanas e das comissões temáticas, onde ainda poderá receber sugestões e aprimoramentos.

Maria Victoria explica que o Estatuto vem sendo debatido há cerca de um ano, nesse período recebeu contribuições de pessoas com doenças raras, familiares, profissionais da saúde, pesquisadores e entidades representativas.

“Estamos propondo um marco legal que reúne saúde, educação, assistência social, trabalho e cidadania em um único instrumento. É um passo essencial para que nenhuma pessoa com doença rara seja invisível diante do Estado”, afirma.

Em 2015, o Paraná foi o primeiro Estado a discutir e aprovar leis sobre direitos e conscientização a respeito das doenças raras, por iniciativa da deputada Maria Victoria.

PROPOSTA – A proposta do Estatuto estabelece princípios para assegurar atendimento integral, diagnóstico precoce, acesso a tratamentos multidisciplinares, fortalecimento dos centros de referência, apoio à saúde mental, inclusão educacional, acesso ao mercado de trabalho e proteção às famílias.

Também prevê medidas para ampliar a transparência das informações, incentivar pesquisas, qualificar profissionais e fortalecer a participação das pessoas com doenças raras na formulação das políticas públicas.

Entre os avanços previstos estão a garantia de prioridade na avaliação biopsicossocial, a proteção à transição do atendimento da infância para a vida adulta, o incentivo à triagem neonatal ampliada, diretrizes para o aconselhamento genético, prioridade em diversos serviços públicos, além da criação do símbolo estadual de identificação das pessoas com doenças raras.

CONSTRUÇÃO COLETIVA – Embora o projeto tenha sido elaborado inicialmente a partir das demandas recebidas pelo gabinete ao longo dos anos, a deputada Maria Victoria optou por ampliar o processo de participação antes de dar continuidade à tramitação legislativa.

O texto foi apresentado à sociedade civil organizada, associações de pacientes, profissionais e especialistas, que contribuíram com sugestões incorporadas ao texto final. O resultado foi um Estatuto construído de forma colaborativa, buscando contemplar diferentes realidades vividas pelas pessoas com doenças raras no Paraná.

“A melhor legislação é aquela construída por quem conhece o problema na prática. O Estatuto carrega a experiência de famílias, médicos, profissionais que decidiram compartilhar suas histórias para melhorar a vida de outras pessoas”, aponta Maria Victoria.

TRAMITAÇÃO – A deputada explica que o período de tramitação nas comissões temáticas e no plenário também será uma oportunidade para ampliar o debate, receber contribuições e eventuais alterações ao texto.

“Queremos que esse seja um grande movimento de mobilização. O Estatuto pertence à sociedade paranaense, às famílias, aos pacientes, aos profissionais de saúde e a todos que acreditam que dignidade, acolhimento e acesso ao tratamento devem ser direitos garantidos pelo Estado.”

Atualmente, estima-se que milhões de brasileiros convivam com alguma doença rara, enfrentando, muitas vezes, longas jornadas até o diagnóstico e dificuldades de acesso a tratamentos especializados. O Estatuto busca consolidar uma política pública baseada na equidade, reconhecendo que essas pessoas necessitam de atenção diferenciada para que seus direitos sejam efetivamente assegurados.

No dia 14 de julho, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) deve se reunir para discutir o aumento da mistura de etanol na gasolina (de 30 % para 32 %). Um importante debate que pode ampliar a participação dos biocombustíveis na matriz energética brasileira.

A reunião do Conselho, vinculado ao Ministério de Minas e Energia, poderia abrir espaço para um avanço tão ou mais relevante para a economia do país: a evolução da presença do biodiesel do atual B15, com 15% da mistura no diesel fóssil para o B20, com 20 % de biodiesel.

A Lei do Combustível do Futuro (14.993/2024) estabelece a elevação gradual da mistura obrigatória, com o objetivo de atingir o patamar de 20% (B20) até 2030. Se a viabilidade técnica está sendo comprovada e a própria legislação aponta nessa direção, é natural que o debate sobre a ampliação do biodiesel também deva fazer parte das decisões estratégicas do país.

Na esteira de debate do Conselho, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) decidiu, na semana passada, reduzir a burocracia e facilitar o uso voluntário de biodiesel em teores superiores ao percentual obrigatório.

A revisão da resolução nº 910/2022 impulsiona a utilização de misturas mais elevadas de biodiesel em setores estratégicos, como transporte público, ferrovias, navegação, agricultura, mineração e geração de energia, fortalecendo a descarbonização e a expansão dos combustíveis renováveis.

Como coordenadora da Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável e Biocombustíveis da Assembleia Legislativa do Paraná, encaminhei ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, um pedido formal defendendo a aceleração da ampliação da mistura obrigatória para o B20.

Uma reivindicação que transpassa as solicitações do setor produtivo. É uma agenda de desenvolvimento, inovação, segurança energética e geração de oportunidades para o Brasil.

Os acontecimentos internacionais reforçam ainda mais essa necessidade. A guerra entre Rússia e Ucrânia, somada às tensões no Oriente Médio, pressionam os mercados globais de energia e demonstraram como a dependência do petróleo expõe países e economias às oscilações geopolíticas.

A Rússia anunciou recentemente a suspensão da exportação de diesel, o Brasil é um dos principais importadores do diesel produzido lá. Sempre que há instabilidade nessas regiões, o reflexo chega rapidamente ao preço dos combustíveis, ao custo do transporte, à inflação e, consequentemente, ao bolso das famílias brasileiras.

Em um mundo cada vez mais imprevisível, produzir mais energia dentro do próprio país deixou de ser apenas uma pauta ambiental. É uma questão de segurança econômica, energética e de soberania.

O Brasil possui uma vantagem que poucas nações têm: produz energia renovável em larga escala. O biodiesel é fruto da força do nosso agronegócio, da capacidade da nossa indústria e da competência da pesquisa brasileira.

Cada ponto percentual acrescentado à mistura significa menos dependência do diesel fóssil importado, mais valor agregado à produção nacional, mais empregos e mais investimentos circulando na economia.

Recentemente, participei aqui no Paraná da entrega de uma frota de caminhões Volvo adquirida pelo Grupo Potencial para operar com biodiesel puro, o B100.

Foi uma demonstração concreta de que a tecnologia já está disponível e que a descarbonização do transporte pesado deixou de ser apenas uma promessa. O Paraná mostrou, mais uma vez, que é possível unir inovação, sustentabilidade e competitividade em benefício do desenvolvimento econômico.

A transição energética não será construída por uma única tecnologia. Hidrogênio renovável, biometano, etanol, eletrificação e biodiesel são caminhos complementares.

No entanto, o biodiesel tem uma vantagem estratégica: pode ampliar sua participação imediatamente, utilizando a infraestrutura já existente, reduzindo emissões sem exigir a substituição da frota nacional e fortalecendo uma cadeia produtiva que começa no campo e movimenta toda a economia.

O Paraná reúne alguns dos maiores ativos desse processo. Somos líderes na produção agropecuária, referência em biocombustíveis, inovação e pesquisa, e estamos construindo um ambiente favorável às novas energias.

Defender o avanço para o B20 é defender empregos, desenvolvimento regional, competitividade industrial e maior segurança energética para o Brasil.

A deputada estadual Maria Victoria (PP) destacou a escolha da Universidade Federal do Paraná (UFPR) para sediar o Centro de Competência em Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono.

A UFPR foi selecionada pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e receberá R$ 60 milhões para pesquisa, desenvolvimento tecnológico e formação de recursos humanos voltados ao avanço da economia do hidrogênio no Brasil.

"Essa conquista confirma que o Paraná reúne conhecimento, inovação e capacidade para liderar a nova economia do hidrogênio. O trabalho desenvolvido pela UFPR, liderado pelo professor Helton José Alves, fortalece toda a cadeia produtiva e consolida o Estado como referência nacional na transição energética", afirmou a deputada.

Maria Victoria é autora da lei de incentivo ao Hidrogênio Renovável no Estado do Paraná (24.454/2023) e presidente da Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável e Biocombustíveis da Assembleia Legislativa. Em novembro do ano passado, a Frente encaminhou um ofício à presidência da Embrapii apoiando o projeto apresentado pela UFPR. 

Segundo a deputada, a escolha da universidade é resultado de um ambiente de inovação construído ao longo dos últimos anos, reunindo universidades, centros de pesquisa, setor produtivo e poder público em torno do desenvolvimento de novas tecnologias. 

“O Centro tem potencial para ampliar as pesquisas, acelerar a inovação, formar profissionais qualificados e aproximar ainda mais a academia da indústria, fortalecendo toda a cadeia do hidrogênio renovável no Paraná”, destacou.

O anúncio foi feito na semana passada, em Brasília, com a presença do reitor da UFPR, Marcos Sfair Sunye, e do presidente da Embrapii, Alvaro Prata.

APROXIMAÇÃO INDÚSTRIA – A expectativa em torno do novo Centro de Competência é da aproximação entre a pesquisa acadêmica e as demandas da indústria, promovendo soluções inovadoras em hidrogênio de baixa emissão de carbono.

A proposta selecionada pela Embrapii tem como base mais de 15 anos de competências acumuladas pela UFPR em hidrogênio de baixa emissão de carbono.

“A UFPR se propôs a ser o núcleo articulador e isso pensando em nível nacional. Nós temos um país muito rico em matérias-primas, muito rico em diversidade, e nós tentamos dentro dessa proposta criar uma rede de colaboradores”, afirmou o coordenador do Centro de Competência e do Laboratório de Materiais e Energias Renováveis (Labmater), professor Helton José Alves.

Outro diferencial da proposta está na abordagem multirrotas, voltada ao desenvolvimento de diferentes caminhos tecnológicos para a produção de hidrogênio de baixa emissão de carbono, considerando as potencialidades e as matérias-primas disponíveis em diferentes regiões do país.

“Esse projeto é uma proposta multirotas porque nós entendemos que o tema do hidrogênio de baixa emissão no Brasil não pode ser concentrado em uma única tecnologia”, disse o professor Helton.

A iniciativa também prevê a formação de pesquisadores, a articulação com empresas, além da criação de um ambiente favorável à inovação e às startups.

O Estado do Paraná conta agora com uma legislação voltada a estimular aproveitamento sustentável dos recursos costeiros e marinhos, com foco especial no desenvolvimento das comunidades ribeirinhas e do Litoral. O governador Ratinho Júnior (PSD) sancionou a lei nº 23.270/2026, de autoria da deputada Maria Victoria (PP), que estabelece o incentivo à Economia Azul.

Segundo a deputada, o objetivo é promover o uso sustentável dos recursos como motor de crescimento econômico, geração de empregos, inovação, inclusão social e preservação ambiental. O conceito já é adotado por organismos internacionais como a ONU e o Banco Mundial.

“Estamos criando as bases para uma nova frente de desenvolvimento sustentável no Paraná. A Economia Azul permite transformar as riquezas naturais do nosso litoral em oportunidades para as pessoas, atraindo investimentos, fortalecendo a pesca artesanal, o turismo, a inovação e a geração de renda, sempre com responsabilidade ambiental”, explica Maria Victoria.

Atividades

A lei define a Economia Azul como o uso sustentável dos recursos oceânicos, costeiros e marinhos para promover crescimento econômico, melhoria da qualidade de vida e proteção dos ecossistemas.

Entre as atividades contempladas estão a pesca artesanal sustentável, a aquicultura, o turismo costeiro, a biotecnologia marinha, as energias renováveis e iniciativas alinhadas à economia circular.

Oportunidades

A lei proposta pela deputada Maria Victoria estabelece ainda objetivos como o fortalecimento das comunidades pesqueiras, o incentivo ao turismo de base comunitária, a adaptação às mudanças climáticas, a formação profissional, a criação de hubs de inovação e a atração de investimentos voltados à chamada economia do mar.

A deputada avaliar que iniciativa coloca o Paraná em sintonia com uma das principais tendências globais de desenvolvimento sustentável. A ideia é aproveitar estruturas já existentes, como FUNESPAR, UFPR Litoral, Colônia de Pescadores e ICMBio e incentivar parcerias internacionais com organismos como ONU, FAO, Banco Mundial e UNESCO.

“A Economia Azul já é uma realidade em diversos países e vem ganhando espaço como um dos setores mais promissores da economia mundial. O Paraná tem todas as condições para liderar esse movimento no Brasil, aproveitando seu potencial ambiental, científico e turístico para gerar emprego, inovação e qualidade de vida”, destacou.

Agenda

A deputada ressalta também que a nova legislação integra uma série de iniciativas aprovadas nos últimos anos voltadas à construção de uma economia mais sustentável e inovadora no Estado.

“Estamos consolidando um ambiente favorável para os investimentos e para as novas cadeias produtivas sustentáveis. A Economia Azul se soma aos marcos da Economia Circular, do Hidrogênio Renovável e da Descarbonização Industrial, fortalecendo uma visão estratégica de longo prazo para o desenvolvimento do Paraná”, afirmou.

A deputada estadual Maria Victoria (PP) participou neste domingo (14) da 18ª Festa do Leitão Maturado de Goioerê e destacou a importância dos eventos gastronômicos e culturais para o fortalecimento do turismo regional, da economia local e da valorização das tradições paranaenses.

Realizada após sete anos sem edições, a festa marcou o retorno de um dos mais tradicionais eventos da região e reuniu cerca de 3 mil pessoas no Parque de Exposições. Nem mesmo a chuva afastou o público, que prestigiou a programação gastronômica e os shows musicais.

Recebida pelo prefeito Pedro Coelho (PP) e pela primeira-dama e secretária de Indústria e Comércio, Simone Coelho, Maria Victoria elogiou o trabalho realizado para resgatar o evento e fortalecer a identidade cultural de Goioerê. A parlamentar estava acompanhada também do deputado federal Ricardo Barros.

“Festas como essa movimentam a economia, geram oportunidades para comerciantes, produtores e prestadores de serviços, além de atraírem visitantes de diversas cidades. É uma forma de preservar a cultura local e fortalecer o turismo regional, que tem um enorme potencial de desenvolvimento no Paraná”, afirmou Maria Victoria.

SOBRE – A Festa do Leitão Maturado é considerada uma das principais referências gastronômicas da região Centro-Oeste do Estado. Neste ano, mais de duas toneladas de carne suína foram preparadas para servir o tradicional prato típico que se tornou símbolo da cidade e patrimônio da cultura local.

A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou, nesta segunda-feira (25), em duas votações, o Projeto de Lei nº 930/2025, da deputada estadual Maria Victoria (PP), que incentiva o aproveitamento do gás metano gerado a partir de resíduos sólidos para a produção de energia limpa e renovável no Estado.

O projeto busca integrar a gestão de resíduos urbanos e agropecuários à geração de energia, fortalecendo políticas ligadas à economia circular, à sustentabilidade e à transição energética.

A proposta cria mecanismos para estimular tecnologias capazes de transformar resíduos em fonte de energia e de reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

“Estamos mudando a forma de enxergar os resíduos. Aquilo que antes era visto apenas como descarte e custo pode gerar energia, desenvolvimento, inovação e oportunidades. O Paraná tem todas as condições para liderar essa transformação”, afirma Maria Victoria.

Objetivos

Entre os objetivos da proposta estão a redução das emissões de metano, o incentivo ao reaproveitamento energético dos resíduos, o fortalecimento das cooperativas de reciclagem e o estímulo ao desenvolvimento econômico, tecnológico e ambiental.

A iniciativa prevê o incentivo ao uso de tecnologias como a biodigestão anaeróbia, a recuperação energética e outras soluções capazes de dar destinação mais sustentável aos resíduos sólidos, reduzindo a dependência de aterros sanitários e ampliando a eficiência no uso dos recursos naturais.

Políticas Públicas

Segundo a deputada, a proposta também reforça o trabalho que vem sendo desenvolvido para consolidar o Paraná como referência nacional em inovação e energia limpa.

O município de Alto Paraná, na região Noroeste, está recebendo investimentos de cerca de R$ 40 milhões do Governo do Estado. Os recursos foram confirmados nesta segunda-feira (18), no Palácio Iguaçu, pelo governador Ratinho Júnior (PSD) e pelo prefeito Palito (União).

Os recursos serão utilizados na construção de uma creche, revitalização da Praça Rui Barbosa, construção de um Pronto Atendimento Municipal e de duas unidades de saúde, pavimentação das estradas rurais Peroba e Fanfa e entrega de veículos para transporte sanitário e maquinários agrícolas.

“São obras que mudam a realidade dos moradores. Recursos que  impulsionam o desenvolvimento econômico, geração de empregos e renda e a melhoria de qualidade de vida das pessoas”, disse ao destaca a parceria do Governo do Estado, prefeituras e a Assembleia Legislativa.

O anúncio faz pacote de investimentos de R$ 385,3 milhões para as cidades de Alto Paraná, Andirá, Goioxim, Iporã, Japira, Pérola do Oeste, Salto do Lontra, Santa Lúcia, Sertanópolis, São Sebastião da Amoreira e Wenceslau Braz.

O governador Ratinho Junior ressaltou que os investimentos do Governo estão transformando a vida nas cidades paranaenses. “O governo tem feito investimentos em diversas áreas para ajudar os municípios que, sozinhos, não têm condições financeiras de fazer essas obras”, afirmou.

Os recursos confirmados nesta segunda são das secretarias da Agricultura e do Abastecimento, com o programa Estrada Boa; das Cidades, que investe na infraestrutura urbana dos municípios com programas como o Asfalto Novo, Vida Nova; da Saúde, por meio da construção de Unidades Básicas de Saúde, Pronto Atendimentos Municipais e outras obras; e do Desenvolvimento Social e Família, responsável pelo Infância Feliz, que está construindo mais de 400 creches em todo o Paraná.

Também acompanharam as liberações o vice-governador Darci Piana; o secretário das Cidades, Fernando Giacobo; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi; deputados estaduais e representantes de secretarias estado.

A deputada estadual Maria Victoria (PP) afirmou nesta quarta-feira (13), em São Paulo, que o Paraná está preparado para assumir protagonismo nacional na transição energética com planejamento, inovação e segurança jurídica.

Durante a abertura do III Fórum Biodiesel e Bioquerosene, um dos principais eventos do setor no país, a parlamentar anunciou o avanço do “Mapa do Caminho da Transição Energética do Paraná”, documento estratégico que será entregue ao presidente da COP 30, André Corrêa do Lago.

O texto está em fase final de elaboração pela Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável e Biocombustíveis da Assembleia Legislativa do Paraná. O documento reunirá contribuições do setor produtivo, universidades, cooperativas, especialistas, investidores e órgãos públicos.

“Um plano com metas de curto, médio e longo prazo para transformar o potencial energético do Paraná em desenvolvimento econômico, geração de empregos, atração de investimentos e descarbonização da nossa economia”, afirmou a deputada que coordena a Frente.

O objetivo é consolidar diretrizes para ampliar a competitividade do Estado nas diferentes rotas de energia limpa, como biodiesel, etanol, SAF, biogás, biometano e hidrogênio renovável.

“O Mapa será um instrumento concreto para orientar investimentos, fortalecer cadeias produtivas e preparar o Estado para a nova economia verde”, destacou.

Diálogo

Maria Victoria também destacou que a Frente Parlamentar vem aproximando indústria, cooperativas, universidades, investidores e órgãos ambientais para acelerar projetos ligados à descarbonização e à industrialização sustentável do Estado.

Entre as medidas defendidas pela Frente está o aumento da mistura obrigatória do biodiesel no diesel de B15 para B20. Segundo ela, a Frente Parlamentar encaminhou pedido formal ao Ministério de Minas e Energia solicitando a ampliação imediata da mistura com apoio da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) e do Sistema Ocepar.

Maria Victoria pontuou que os recentes conflitos internacionais reforçaram a necessidade de o Brasil ampliar sua segurança energética e reduzir dependências externas. “Segurança energética envolve soberania, competitividade e estabilidade para os países”, afirmou.

A deputada ressaltou que o Paraná reúne condições estratégicas para liderar essa transformação. “Temos potencial gigantesco para avançar no biodiesel, no etanol, no SAF e no hidrogênio renovável”, completou.

Legislação

A parlamentar paranaense citou ainda os marcos legais aprovados pelo Paraná nos últimos anos, como a Lei da Economia Circular (21.619/2023), a Lei da Descarbonização Industrial (22.624/2025) e o Marco Legal do Hidrogênio Renovável (21.454/2023) — legislação pioneira no Brasil. As três leis são de autoria da deputada Maria Victoria.

“Leis foram aprovadas com o apoio dos deputados e deputadas paranaenses e sancionadas pelo governador Ratinho Júnior. O Paraná já é referência nacional no agro. Agora estamos construindo as bases para sermos referência também em energia limpa, tecnologia e descarbonização”, frisou Maria Victoria.

Setor Forte

Outro ponto enfatizado foi o fortalecimento da cadeia de biocombustíveis no Estado do Paraná. A parlamentar citou a nova esmagadora de soja e fábrica de glicerina inauguradas recentemente pelo Grupo Potencial, na Lapa, considerada a maior planta única de biodiesel do mundo.

“É um investimento que orgulha o Paraná e demonstra que sustentabilidade e desenvolvimento econômico podem e devem caminhar juntos”, declarou.

A deputada estadual Maria Victoria (PP) participou, nesta quarta-feira (20), da sessão de posse do vereador Mauro Bobato (PP) na Câmara Municipal de Curitiba. A solenidade, realizada no plenário da Casa, foi conduzida pelo presidente da Câmara, vereador Tico Kuzma (PSD).

“Bobato é uma liderança experiente que conhece de perto as necessidades de Curitiba e da região Sul, principalmente do Umbará. Tenho certeza de que fará um grande trabalho na Câmara, contribuindo com dedicação e bons projetos de lei para ajudar no desenvolvimento de Curitiba e na melhoria da qualidade de vida da população.”, disse Maria Victoria.

Emocionado, o vereador Bobato defendeu a importância de ampliar o diálogo, com o respeito às ideias divergentes, para debater os problemas reais e construir as melhores soluções para Curitiba.

“Quero discutir a cidade e trabalhar com vocês para que Curitiba seja cada vez melhor para o cidadão curitibano”, afirmou. “Vou rodar a cidade inteira para entender o que Curitiba precisa, especialmente o que o Umbará precisa”, completou.

BANCADA – Com a posse do Bobato, a bancada do Progressistas na Câmara de Curitiba chega a quatro vereadores: Mauro Bobato, Nori Seto, Pier e Lórens Nogueira.

SOBRE – Nascido e criado no bairro Umbará, Carlos Mauro Bobato é filho de Joana Ilandir Bobato e do ex-vereador Geraldo Bobato, conhecido por seu trabalho nas olarias da cidade. Formado em técnico de Contabilidade, tem experiência na área de construção civil.

Bobato se elegeu vereador pela primeira vez, em 2016, com 3.580 votos. Foi reeleito para o segundo mandato com 3.892 votos. Em 2024, ficou na primeira suplência do Progressistas.

Ele é autor da lei Lucas (15.346/2018) e que obriga todas as unidades de ensino da rede pública de Curitiba a disporem de até dois profissionais, em seu quadro funcional, com conhecimentos sobre prevenção de acidentes e primeiros socorros. Também é de sua iniciativa o projeto de lei em tramitação na Casa que pretende garantir às pessoas com transtorno espectro autista, o direito ao uso das vagas de estacionamento destinadas à pessoa com deficiência.

Mauro Bobato foi membro das comissões de Constituição e Justiça (CCJ), Economia, Finanças e Fiscalização, e presidente da Comissão de Urbanismo, Obras Públicas e Tecnologias da Informação.

DECISÃO – A mudança na composição do Legislativo municipal ocorre após decisão da Justiça Eleitoral, que determinou o reprocessamento do resultado das eleições de 2024. A retotalização dos votos foi realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR).

Em decorrência da decisão, a Mesa Diretora declarou a perda do mandato do então vereador Toninho da Farmácia (União), abrindo a vaga que passou a ser ocupada por Bobato.

A deputada estadual Maria Victoria (PP) participa, na quarta-feira (13), da abertura do III Fórum Biodiesel e Bioquerosene, em São Paulo. Maria Victoria coordena a Frente Parlamentar do Hidrogênio Renovável e Biocombustíveis e vai detalhar o trabalho que vem sendo realizado para que o Paraná se torne protagonista na transição energética do país.

O evento, promovido pela União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) durante a 19ª edição da Fenagra – Feira Internacional da Agroindústria Feed & Food, Tecnologia e Processamento, reúne representantes do governo, do setor produtivo, de universidades, entidades setoriais, especialistas e lideranças empresariais.

“O Paraná reúne uma combinação rara de vantagens competitivas: forte produção agropecuária, matriz energética limpa, capacidade industrial, universidades de excelência e um ambiente institucional favorável à inovação”, ressalta Maria Victoria.

Há cerca de dois meses, o Grupo Potencial inaugurou uma nova esmagadora de soja e uma fábrica de glicerina na Lapa, tornando a unidade a maior indústria de biodiesel em planta única do mundo.

Integração

A deputada explica que as reuniões da Frente Parlamentar têm sido marcadas pela aproximação entre setor produtivo, pesquisadores, cooperativas, universidades, órgãos ambientais e investidores para construir soluções concretas para o Estado.

“Essa integração é decisiva para avançarmos com foco em tecnologia, inovação, sustentabilidade, segurança jurídica e regulatória”, acrescenta a coordenadora da Frente.

Sobre

 O III Fórum Biodiesel e Bioquerosene (SAF): Tecnologia e Inovação chega a esta edição em um momento decisivo para o Brasil, quando a transição energética ganha centralidade, a demanda global por biocombustíveis avança e o país amplia seu papel como referência em soluções renováveis, competitivas e sustentáveis.

A programação inclui debates sobre o mapa do caminho para a substituição dos combustíveis fósseis, usos alternativos do biodiesel em maquinário, grupos geradores e transporte rodoviário e aquaviário, além de painéis sobre biorrefinaria, coprodutos, evolução tecnológica do diesel e do biodiesel e mercado internacional de biocombustíveis.

Entre os nomes confirmados estão Juan Diego Ferrés, presidente do Conselho Superior da Ubrabio; Donizete Tokarski, diretor-superintendente da Ubrabio; Irineu Boff, presidente do Sindibio-RS e vice-presidente de Assuntos Tributários da Ubrabio; Artur Watt Neto, diretor-geral da ANP; Renato Dutra, secretário nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME; Heloisa Borges, diretora de Estudos do Petróleo, Gás e Biocombustíveis da EPE; e Alexandre Alonso, chefe-geral da Embrapa Agroenergia.

Também integram a programação representantes da Petrobras, MCTI, BASF, S&P Global Energy, Fundação Eco+, Novonesis, Acelen, Binatural, Oleoplan, Grupo Potencial, CNA, Aprosoja Brasil, ABAC, Mackenzie, RSB e Platts.

Para a Ubrabio, o Fórum consolida um espaço de construção qualificada em torno de uma agenda que une inovação, produção, políticas públicas e competitividade. O encontro busca aproximar tomadores de decisão e atores estratégicos para avançar em soluções concretas para a descarbonização, a segurança energética e o desenvolvimento industrial do Brasil.

Fenagra

O evento acontece paralelamente à Fenagra 2026, que será realizada de 12 a 14 de maio, também no Distrito Anhembi. Reconhecida como um dos principais encontros da agroindústria Feed & Food na América Latina, a feira deve reunir cerca de 250 expositores, receber aproximadamente 14 mil visitantes e movimentar mais de R$ 1 bilhão em negócios.